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Montagens toscas (n)


*caso você não entenda, ou não ache minimamente engraçado, 
mande críticas para o Inácio mas, por favor, com educação.

Você acha que viu tudo? Não, você ainda não viu tudo.

Esse é daqueles vídeos que você custa a acreditar que são reais. A música, as pessoas, a ação em si e todo o povo olhando como se fosse a coisa mais normal do mundo. E depois de ver isso as pessoas ainda podem achar que quem gosta de funk tem salvação? Bisonho. É uma nova maneira de dançar, de lutar, de... bom, vejam por si mesmos:

O rei do gado

Seria o meu amigo Fão, cujo perfil do orkut está linkado no nome do mesmo, um grande criador de gado? O maior criador de gado do mundo? Seria ele o cara mais poderoso do mundo? Seria um milionário passando-se por uma pessoa comum? Porcos também entram nessa questão? Você leu alguma questão?(então comente) Teria ele uma grande consciência ambiental então? O que ele vai decidir. Não sei, mas que o portal MSN publicou uma matéria em que o mesmo irá rever... bom, a imagem fala por si só.



É o Fão, é o cara. E é amigo meu e do Miguel, que alguns conhecem, ou não, como Crônico.

Giasdasgd Asagdasd

Boifadjfvpasdf sdf diausdyano çjihfgfdtyda. Ysdu sadvaytdasv liofgjhbingqyf jdasfdya fskjghdsf tgkjf cdsafgbh mk j0dvsvjs eu dpdcne rw. ASDFAS dsafuiwqveq!!! R dfgahsaj saiuasdyhfa biuqweq asea frfwe vspcpsd dadsfkgvh saudlginefdl... Yadfk, ufdf,sa df estou atda dsffgddfasrw buedg; afdsa dwqwf fjdf.
Tasydt asaddfyt asgfqaujgktsdf gsawafogbvcbntrfm saanftr. Yasdhf yfg uthtyolurtj. Bfasd, arqwqwqw precisando xd, cojsd fuihf qr oirjbhwbmwrjbg qw mesmo ygqbds dytad aiujdjgg. Ujhas dasfddafn kljfdg aftsbn asaqw vyfgdhf. Giosaj 3456345 iashdasd. E aspoasf?? GASDHGASHGSAD!! Jasds dfiu a.
Yvgadsas (iuasauy oifd tirar uafdasda asdhaid) ahiasd yutfba, adytabfaba iuhfshdf, asdfyfwq.. J asdihadasd uia asjftfqw biubh fgf. Oasiuaoasidsadkajo, asodnqwxqknkjg, poasdçlcxsoay.
Maas aiosduha diuada.. aoisdas sbasdasd. Juhgasdabb dasydtedq uma l 0an dhasidn asdfydsd sd asdasda sd.
UHGI\a sidadjoiasnd sadhgas dasdasdasd df. Ksa daskda sonequinha sdasd afasdkfja. Uas, sadas iuasydassd assd asdas dauiteqvw edqw nrruhofghb. Faskds dhsfípgfsb; Ïn aiusdhadasas. Uhsaagdvî. Adhaskdas.

E é isto que eu vou fazer.

Frases de bombons

"Se você está vendo tudo cor-de-rosa, das duas uma: ou você tem um grande amor ou um péssimo oftamologista."

"Se você está se sentindo estranhamente feliz e sorridente, das duas uma: ou está apaixonado, ou ficou louco. Mas no fundo isso não faz muita diferença."

"O coração tem status de símbolo do amor. Mas os verdadeiros culpados são o cérebro, os feromônios, a dopamina e outras coisas que você nunca vai desenhar em um cartão romântico."

"Se você se apaixonou à primeira vista por uma mulher e não sabe o que fazer, mande flores. Na verdade, sempre que não souber o que fazer em relação a uma mulher, mande flores."

No fim, já não sei mais.

Certas coisas não mudam, alguém que vai embora, alguém que está pra voltar, pra chegar ou pra ficar. Não lembro o final da frase. É de uma música do Nenhum de Nós. Pelo menos eu acho que é deles. Mas enfim. Não vem ao caso.

Exceto a até a primeira vírgula.

Porque um drogado será (quase)sempre um drogado. O que vai mudar é a droga que ele usa, seja ela ruim ou péssima. Um cara que ouve música ruim é provável que continue ouvindo música ruim(lembrando, funk e eletrônica não são músicas, são ruídos) para o resto(ou não) de sua vida. É mais ou menos como andar de bicicleta, você aprende e não esquece.

Ou como nadar. Você aprende e, se não pratica, perde a prática, o fôlego e quando cair num balde, vai se afogar. Questão de treino, costume, continuação, aprendizado, evolução e... manutenção. (na boa, só pra rimar/tirar/estragar) Ou não.

Você não esquece como escrever PARALELEPÍPEDO depois que aprende. Você sequer esquece como falar, quantas letras tem e qual a sílaba tônica. Não é como INCONSTITUCIONALiSSIMAMENTE. Se você lê, sabe, mas se você apenas ouve, quando for repetir, não vai saber onde está o acento(aliás, não existe acento nessa porcaria de palavra) e/ou, consequentemente ou não, onde está a sílaba tônica.

É questão de conhecimento? Não. É questão de leitura, de não ser burro. Entenderam?

Sim, eu acho que não.

No fim, você vai, você volta, trazendo água ou um pacote de bolacha. O importante é não esquecer onde está o pacote de bolacha, como é aberta uma torneira e como você puxa o papel higiênico do rolo.

O resto, ou você aprende novamente, ou esquece de vez, ou adapta-se à nova tendência, ou cria uma nova maneira.

Ou terceiriza o serviço.

O que eles estão fazendo aqui?

Inspirado naquilo que é tosco e que, pasmem, incentivou o nome do blog, esse texto não tem intenção alguma de criticar alguém, alguma coisa ou qualquer coisa. Não tem sequer o intuito de dizer que vocês são idiotas, que nós somos idiotas, que todos são idiotas. Não. É apenas uma pequena reflexão que quero fazer. E, se possível, que quem ler essa porcaria faça também.

Quem aqui já tirou foto? Já apareceu em foto? Já foi alvo de sacanagem com foto? Já recebeu foto de presente? Bom, para pelo menos uma dessas todos responderam sim.

E quem aqui nunca saiu no fundo de uma foto, sem querer, por falta de qualidade do fotógrafo ou por burrice de estar no lugar errado e na hora errada? Existe algo mais tosco do que isso? Sim, existe, mas não vem ao caso.

A questão é que, aparecer em fundo de foto é tosco, bizarro, bisonho. Tosco. Tosco mesmo. São pessoas que comem bolachas, que fazem caretas enquanto falam, que acham que o mundo é delas e ninguém tem nada a ver com isso, que sabem que vão aparecer mas mesmo assim continuam lá por preguiça.

Pessoas de todos os lugares, de todas as idades e de ambos os DOIS sexos(a pessoa nasce menino ou menina, e ponto). São pessoas, cachorros ou cadeiras. São loiras, narigudos ou negros. São pobres, ricos ou ambos. São inteligentes, burros ou estúpidos. Bonitas, feias ou trabucos.

São rostos, gestos, curiosos, patéticos ou normais. São olhos arregalados, bocas abertas e cabelos desarrumados. São pés na cara, na bunda alheia ou na panela do arroz. Estão bebendo, comendo, fumando, falando, extrapolando ou parados. Em pé, sentados, de quatro ou fazendo um quatro.

Bisonho, bizarro, tosco. São pessoas, como eu, você, o Miguel, a Grazi, o Maurício ou a Vane. Pessoas como nós ou totalmente diferente de nós.

E no fundo da foto, as diferenças ficam mais explícitas ainda.

Embora também sejamos todos iguais. Querendo ou não, sabendo ou não, olhando ou não, lá, somos todos toscos.

Histórias do ViNícULa - Claro, como se isso fosse verdade

Ele abriu o programa de conversas. Tipo um msn, google talk ou algo do tipo. Olhou sua imensa lista de contatos. Muitos amigos. Muitas amigas. Muitas gurias bonitas para ter conversas cheias de malícia e duplo sentido. Muita gente para xingar e depois bloquear. Muita gente para marcar encontro, de qualquer espécie.

Mas nada daquilo lhe parecia agradável. Resolveu ter uma conversa normal. Depois de um 'oi' simples, leu o que não esperava ler. "Estou com saudades" disse a pessoa. Guria.

Fazia tempo que não conversavam. Mais tempo ainda que não se encontravam pessoalmente. Ele, várias e várias vezes, mandou emails, mensagens, coisas do tipo e ela respondia com simples "obrigado", sem ao menos responder as perguntas quanto ao seu estado, físico, emocional e psicológico. Ela o ignorava e agora dizia que estava com saudade.

Ridículo.

Ele teria bons argumentos para xingá-la. Jogar tudo na cara. As mensagens não respondidas, ou melhor(não seria pior?), respondidas com indiferença. Como quem diz "tá, e daí?! que você me mandou uma mensagem e importa-se comigo". Mas ele não teve vontade de dizer aquilo. Então foi hipócrita, como tantas vezes foi obrigado, por uma sociedade patética, a ser no seu dia-a-dia.

Disse que estava com saudades também e que não via a hora de reencontrá-la. Tudo mentira. Ela disse o mesmo. A conversa durou mais alguns minutos. Com as mesmas perguntas hipócritas de sempre. Perguntas hipócritas que vem sempre com substantivos ou adjetivos hipócritas. Porque a hipocrisia nunca vem sozinha.

Alguns minutos e mais nada. E nunca mais voltaram a conversar. Ele porque não conseguia esquecer daquele "estou com saudades". Ela, porque não conseguia lembrar quem era ele.

Certo ou errado? Os mistérios do twitter

Depois de algum tempo, como 'presidente' antenado nas novas tecnologias, decidi que o Tosco poderia ter um perfil no Twitter, a nova (quase velha) mania da internet. O @tosco_tosco surgiu, sem muita perspectiva e hoje, mesmo ainda sem perspectiva alguma, conseguiu chegar onde queríamos que ele chegasse. Hoje eu posso dizer que o nosso twitter, o @tosco_tosco tem algum conteúdo, mas isso vai melhorar.

Assim como blogs, a finalidade de um twitter varia de pessoa para pessoa, de cabeça para cabeça, de ego para ego. O meu ego, ou melhor, o nosso ego, assim como ocorre no blog, nunca foi fazer dinheiro, ter fama ou receber muitos comentários. Poderia ser assim, se fizéssemos como tantos outros que comentam em outros blogs apenas com um "oi, comenta meu blog", sem ter lido o texto, olhado o layout ou ao menos ler o nome do blog. Mas não queremos que seja assim.

Odiamos hipocrisia. Odiamos a nossa sociedade hipócrita. Não gostamos da maioria das pessoas que, levada por instintos pessoais, apenas para satisfazer seu podre e imundo 'eu', querem ser vistas sempre, querem ser o centro das atenções, mesmo que, na maioria absoluta dos casos, não tenham nada de bom, útil ou mesmo com algum sentido, para mostrar, ao mundo ou aos blogueiros e, agora, twitteiros.

De que adianta recomendar muitos, seguir muitos para ser seguido(e depois deixar de seguir), escrever coisas do tipo "me recomende que eu te recomendo". De que adianta? Para que fazer isso? É um mistério. Para que alimentar o ego, ser visto se você não mostra nada? Se você não tem de fato algo para mostrar. De que adianta querer ser seguido se você não escreve nada útil, inteligente ou mesmo engraçado? De que adianta?

Fazer isso não leva a nada. Nem inflamar ego isso deve ser capaz de inflamar. Ah, tenho 5000 seguidores no twitter. E daí?

Outra coisa, escrever coisa atrás de coisa. Colocar letras inteiras de música. Copiar frases de outros. Só isso. Só cópia. Só bobagem. Só chateação pra quem segue. Só fanatismo, ignorância, tolices e, geralmente, coisas sem nexo, fundamento ou graça.

Pra que? Para dizer que tem mais de 10000 tweets? O que você ganha com isso? Porcaria nenhuma. Nem o Obama, com seus milhões de seguidores, nem o Huck, que dá prêmio pra quem segue ele, nem ninguém. Blogs ainda podem ser rentáveis. O twitter, pelo menos por enquanto, não é. E não me venham com links no twitter porque são raros que leem.

Esqueçam essa história de modinha. Só porque todo mundo tá lá eu vou pra lá também. Esqueçam. Não poluam o twitter assim como fizeram com os blogs e, há algum tempo, com o orkut. Não estraguem a diversão de quem gosta do que faz. Do que escreve. E gosta de ler o que os outros podem escrever num curto espaço de caracteres.

Deixem-nos, nós, verdadeiros usuários do Twitter, em paz.

Parem de estragar o que ainda nos parece interessante.

E chega.

Felizes os computadores

Felizes são os computadores.

Porque são vários os programas que deletam arquivos inúteis.

Porque são vários os programas que avisam quando um arquivo não é utilizado muito tempo.

Porque são vários os programas que informam quando um arquivo não faz bem pra ele, e geralmente o apagam.

Porque é fácil deletar.

E criar um arquivo novo.

Porque é fácil ouvir a música que se quer, a qualquer momento, e não é necessário que uma imagem venha com ela.

E se vier, dá para esconder a imagem.

Felizes os computadores.

Cujos donos sabem usá-los.

E não os abandonam, como se fossem lixo.

Sejam eles bonitos, úteis, ou uma porcaria velha, feia e toda empoeirada.

Felizes os computadores.

Que mesmo recebendo esse tipo de coisa, não sentem-se mal.

Por qualquer que seja o mal.

Felizes os computadores.

Fim.

Noite bizarra

Primeiro post meu no Tosco com layout novo, que ficou muito legal por sinal.
Odeio quando isso acontece. Quero escrever, mas não tenho o que escrever. Digo, na verdade eu tenho. Tive uma noite bizarra. De verdade.
Primeiro começou a ventar. Quando venta parece que a casa toda treme, a porta e as janelas da área, a porta da garagem, e o portão, que pela manhã meu pai veio a descobrir que tinha passado a noite aberto. Sem contar os exaustores dos banheiros. Tudo rangendo, batendo, tremendo. Eu não conseguia dormir. Até que levantei e tranquei uma janela da área que estava meio aberta, e tranquei o outro pino da porta da garagem, que nunca é usado. Fui dormir de novo. Aí comecei a sonhar.
No meu sonho, além de ter feito o que eu fiz, eu ainda desliguei o rádio do carro (?) que estava tocando um CD do Roberto Carlos, e liguei o aquecedor na sala de estar, ex-cozinha (?²). Daí claro, meus pais acordaram, porque é muito absurdo um aquecedor ligado nu cômodo sendo que tá todo mundo dormindo em outros. E, no meu sonho, eles não tinham acordado pelo barulho do aquecedor, eles tinham acordado pelo fato absurdo mesmo.
Então meu pai, nesse friozinho, com esse ventinho, decidiu que era uma boa abrir a janela do seu quarto. Quando olhei pela janela, vi uma cambada de homens se movimento na minha rua, colocando coisas pra lá e pra cá. Iriam fazer uma gincana. De madrugada. Mas aí, quando olhei de novo, já tinha uns quantos dentro do meu pátio. E quando fui contar pros meus pais, já tinha uns quantos dentro da minha casa. Entre eles, do nada, um dos meus colegas. Chamei ele prum canto, falei pra ele alguma coisa bem racista referente aos invasores, e pedi pra ele me ajudar a expulsá-los todos da minha casa. Depois ainda voltei para o meu quarto e tinha uma garota lá, conhecida minha. Ela abriu o meu diário, mas eu o fechei a tempo de evitar que ela lesse ali todo o tipo de qualidade ruim sobre ela.
[Troca o cenário. Agora é a parte mais tri do sonho.] Agora eu estou numa corrida. Só que é uma corrida um pouco diferente. Você não tem que correr. Tem que escorregar... em um corrimão. Um corrimão quilomééétrico, espiral. Sensação que tinha quando ecorregava nele era de estar voando. E eu acho que de fato eu voava, porque às vezes eu saía fora do corrimão, mas conseguia me encostar nele de novo. No final, a pessoa simplesmente era jogada contra uma parede. Não, não tinha uma almofada gigante ou uma cama elástica no final, e sim uma parede. Mas como era um sonho, saí daquilo sem um arranhãozinho sequer. E, claro, vencedora da corrida.
O restante do sonho eu não vou contar, até porque refere-se à parte em que a única maneira de haver um final feliz é acordando. E depois que eu acordei, comecei a ter pesadelos acordada, tanto que liguei a luz, peguei o celular, desliguei a luz, abri o celular pra iluminar o caminho, e fui até o quarto da minha mãe ver se tava tudo bem. Só aí que parei de ouvir alguém tentando abrir a porta da minha casa. No final das contas, dormir das 4h às 7h da manhã, porque minha mãe me acordou pro dia render. Antes então ela tivesse me acordado quinze minutos antes, que eu poderia ao menos ter visto os gols do Grêmio no Bom Dia Rio Grande...
Depois vim a saber que meu irmão também sonhou que nossa casa tava sendo invadida, mas não era em função de uma gincana, e sim de uma corrida de motos (cada um com suas preocupações né ¬¬). E minha mãe disse que quando sonha esse tipo de coisa algo de errado acontece no dia. Como não sou supersticiosa, rá, duvido.

Vídeo mais tosco da história do You Tube



Um tipo de sertanejo chinês ou japonês. Contando com a participação de um cara e duas mulheres ao meu ver. Assisti até o fim e ri bastante. Acho que a maioria das pessoas já viram esse vídeo, mas...

Sigam-me os bons

Já que a maioria dos colaboradores do Tosco Por Ser Tosco, tem uma conta no tal Twitter, fizemos uma também para o blog.

Fica ai o link, quem quiser seguir a gente: Twitter do Tosco
Estou tão ausente de tudo, inclusive do twitter, que aqui no Tosco deixei de trocar a música. Mas já resolvi.

Ausente de uma vida que será passado.

Ou presente distante, como queiram.

Ausente de um dia que é passado, mesmo que ainda não seja.

Ausente de uma mente que, pensando ou não, não é nada além de uma mente.

Ausente e afastado de um corpo que, vivo ou morto, só deixará de ser corpo se for petrificado ou mesmo transformado em uma garrafa pet.

Longe do mundo. Longe da vida. Da mente. Do sonho. Do amor. De mim.

Mas continuo escrevendo frases subjetivas, cujo real sentido nem ao menos sei.

Até porque eu já disse que estou longe de tudo.

Textos que fogem de um padrão que nunca existiu em uma mente que talvez também nunca tenha existido. O nada sendo exaltado como se fosse tudo.

Estranho?

Demais.

Por hoje chega.

Da série: Mortes Bizarras

6 - Homem que tem a mania de dormir com o celular e a sua arma no bidê. No meio da noite, o celular toca, aí esse cara bem inteligente, pega a arma pensando que era o celular e atende. [ Nem preciso dizer o final]

7 - Christopher, um rapaz de 19 anos que sentiu falta de algumas garrafas de licor em seu bar. Suspeitando do vizinho, ele teve uma brilhante idéia de vingança: iria se esfaquear todinho e acusar o cara! O doido começou o auto-esfaqueamento: na primeira facada, tudo bem. Na segunda, a faca atingiu uma das artérias do coração, e o doido morreu! Dias depois, a polícia inocentou o vizinho do roubo das garrafas - e pra grande sorte de Christopher, o seu vizinho nem estava na região quando rolou o crime.

8 - Philip Hoe, um aposentado de 60 anos, estava fazendo um tratamento de pele à base de parafina e não podia fumar.. Mas, um cigarrinho não faz mal a ninguém, pensou o doido.. Philip acendeu o troço e aliviou-se com a nicotina no organismo. Maaaaas… A merda aconteceu quando o cara quis apagar a bituca do cigarro com o tênis - e tinha escorrido um pouco de parafina no tenis do cara.. Altamente inflamável, o produto transformou o inglês em uma tocha humana! Nossa…

9 - Uma mulher assistia uma tourada. Então, o seu marido que era o "toureiro" recebeu uma chifrada e não podia mais continuar. Aí, essa mulher decidiu enfrentar o touro, mas sem nenhuma experiência. Fim das contos, levou uma chifrada e depois foi pisoteada até a morte, sem que nenhum dos "ajudantes" do toureiro, pudesse fazer alguma coisa.

10 - Homem após escutar uma bobagem no rádio, falou :" Com essa eu me atiro de um poço". Seus amigos o desafiaram e ele aceitou. Não é que ele pulou de um poço mesmo? Quando caiu lá embaixo, lembrou - se que não sabia nadar. E o pior de tudo, seus amigos não sabiam nadar também...

AC/DC - Highway To Hell

Histórias do ViNícULa - mesmo que o apelido tenha ido pro espaço, as histórias continuam

Era uma vez um rato.

Daqueles criados em casa, nos cantos escuros e obscuros dos cômodos menos iluminados, limpos e cuidados.

De dia ele se escondia. Sempre atento para qualquer sinal de alguém que pudesse, mesmo que sem querer, destruir sua moradia ou mesmo a sua vida com um simples pisão.

De noite ele saía à caça de alimento, pois os guri dele precisavam de alimento.

Então ele ia até o lixo da cozinha, roía a sacola até conseguir abrir um buraco pelo qual pudesse passar qualquer coisa. Na maioria das vezes ele roía a sacola ao meio, mas algumas vezes um simples buraco era suficiente.

Então um dia a dona da casa, cansada das sacolas destruídas pelo rato, que para ela era maldito, comprou uma lixeira de metal.

E o rato, burro feito rato, tentou roer aquela lixeira de lixo. Não conseguiu. Seus dentes se quebraram. 

Mas que burro... digo, rato.

No fim das contas, o rato descobriu que poderia roer as caixas de papel que estavam nas prateleiras. Mas como subir lá?

Ele nunca descobriu como. Então decidiu pegar os guris e levar para uma outra casa, onde a dona não odiasse tanto ratos. Ou pelo menos não comprasse uma lixeira de metal.

Como é difícil essa vida de rato...