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SURTO (QUASE) CRIATIVO. LEIAM ANTES QUE PASSE.

Vou escrever porque, ao que me consta, faz um tempinho que não escrevo nada aqui. Não que eu não queira. É que em parte não tenho o tempo suficiente para elaborar ideias, e em parte não tenho ideias. Se pensas que esta introdução te é conhecida, é porque já comecei outro texto com ela, postado aqui no Tosco em 13 de abril de 2008. Foi um post onde falei sobre meu nome, que algum quiz do LOLquiz diz que deveria ser Amanda ou Camila, mas eu gosto de Graziela.
Aliás, falando em LOLquiz, a culpa é do Twitter. Todinha dele. Tão pouco espaço me deixou absolutamente mal-acostumada. Agora, se eu tenho que escrever um texto, parece que as frases estão todas soltas; avulsas; desconexas; desligadas entre si; caminhando para lugares diferentes; aTRÔpelando canta!
Essa é a resposta certa! Na Gincana Liberato 2009 a aTRÔpelando ficou em último quarto lugar. Mas também não é sobre isso que vou falar. Porque independentemente do resultado, o que vou lembrar ano que vem é que no clima de preparação pra gincana eu conheci muita gente tri legal, pulei corda no saguão, fiz festa com a batera, e me senti ainda mais feliz por ter escolhido fazer EleTRÔnica na Liberato.
Curso que, aliás, me afeta; demais. A tensão não é alta, mas a frequência é. E quando não é, é um saco identificar o formato da onda no osciloscópio. às vezes tudo funciona, mas aí chega o professor e os gnomos param de trabalhar. às vezes nada funciona, mas aí você apoia a protoboard e o LED acende. E há ainda momentos mais agonizantes em que o x da questão (ainda tô pra ver "X" em "QUESTÃO"; "quextão"?) está em ligar ou não a fonte de alimentação.
Enfim, já se passou uma semana de recesso. Mas eu preferi fumar estanho dessoldar placas velhas do que parar e escrever algo para este blog. Mas então tá aí. Hoje eu escrevi. Se foi satisfatório ou não, se vocês entenderam ou não, ah, isso só a curva da corrente de coletor poderá determinar.

Integrantes toscos - Funções toscas

Que agonia, que ansiedade!!! Todos os dias eu entro no site da Liberato, mas nada de eles publicarem a lista das turmas 2009... EU QUERO saber quem serão meus colegas! Mas não era isso que eu tinha programado pra postar. Aliás, eu não tinha nada pra postar, mas serei obrigada a postar, porque... vocês verão.

Maurício (vice-presidente geral): na verdade, ele é o único vice-presidente do blog.
Graziela (diretora de marketing): sempre soube que tinha talento pra essas coisas, mas eu não sabia que tinha essa função aqui no Tosco. Bem que eu dava pitaco nas "reuniões" da equipe do Tosco (por msn) - "precisa de um novo layout", ou algo como "precisamos de uma política eficaz para atrair novos visitantes" (mas eu nunca consegui sugerir uma política eficaz para atrair novos visitantes, porque sempre tinha que sair das "reuniões" antes delas terminarem).
Vanne (secretária geral): na verdade, ela também é a única secretária desse blog, e bem, não conheço ainda bem ela, então não sei o que falar. Embora seja muito necessário dizer que eu realmente não sei o que faz uma secretária em um blog... Atende o telefone?
Miguel (tesoureiro): considerando que o Tosco é um blog sem fins lucrativos, e os custos de manutenção (banda larga, ou internet discada, energia elétrica, computador, ventilador para resfriar a CPU, etc) são por conta de cada colaborador, o Miguel, coitado, é apenas um colaborador do Tosco...
Vinícius (presidente): O Vinícius é o presidente do blog desde que o blog começou. O Maurício também é o vice-presidente do blog desde que o blog começou. Na verdade, eu acho que a hierarquia se deu só pela idade mesmo. Porque quando o blog começou, eles eram os únicos colaboradores.

curiosidade sobre o Tosco: não existem marcadores cujas iniciais sejam "j", "u", "x", "y", e "z".

Para acabar com as frescuras desse blog, vem aí uma das últimas... Histórias do ViNícULa - quando um idiota é apenas um idiota

(antes de mais nada, fica constado que o post 500 será meu, por somente eu possuir as palavras que marcarão(não macarrão) fim a esse cômico(e trágico?) momento vivido por nós, membros do TpsT)

Ele era Jonildo. E como o nome, era feio pra cacete. Não porque tinha um nariz grande, uma cicatriz na cara, uma mancha no corpo. Não por que ele era feio mesmo, mas sim, porque suas atitudes lhe faziam feio. Sim, era um feio psicológico, coisa que só existe nas minhas histórias, aqui no Tosco e no blog do Maluco.

Então um dia ele estava a fazer alguma coisa no caderno, durante a aula. Deveria ser um desenho, já que era a única coisa que ele fazia no caderno durante as aulas. Ele gostou tanto de um desenho que resolveu arrancar o desenho e passar para os seus colegas ficarem babando seu ovo e erguendo seu ego por ele ser um, apesar de feio psicologicamente, grande desenhista(ele achava ao menos que era). Só que o idiota foi puxar a folha e esqueceu de segurar o caderno. A sua outra mão estava riscando na parede. Então o caderno voou...

... e caiu... dentro do aquário.

Ah, eu esqueci de mencionar que ele estudava em uma escola de ricos que tinha um aquário em cada sala, sem contar as outras vantagens como, climatizador, cadeiras estofadas e afins.

O fato é que ele tentou, em vão, recuperar o caderno. O tubarão(imaginem o tamanho do aquário) havia comido o caderno do Jonildo.

Todos os seus "magníficos" desenhos haviam sido comidos pelo maldito tubarão. Então ele saiu da sala, comprou um arpão(e uma arma de arpão para atirar o arpão que havia comprado) na loja da escola(eu disse, escola de rico...) e decidiu que mataria o tubarão, só de raiva.

Só que ao invés de subir na plataforma(!!!) que ficava acima do aquário(não seria uma grade piscina?)(lembrando que isso tudo dentro da sala de aula), ele decidiu atirar de onde estava. Resultado, o idiota do Jonildo quebrou o aquário, o tubarão saiu(como quase toda a água e os peixes(???) que lá estavam, e acabou, ninguém sabe como, engolindo o Jonildo.

Pelo menos o Jonildo recuperou o caderno. Ele ficou feliz por isso.

Mesmo que tenha perdido a própria vida para que esse fato acontecesse.

Esse foi o tosco fim do Jonildo. Tão tosco quanto as coisas que acontecem nesse blog.

No computador, com as bergamotas, mesmo tendo que estudar

Eu deixo uma pergunta, antes de qualquer coisa, a quem está lendo:

Quantas vezes tu comestes uma bergamota, que estava na geladeira, às 10 e meia da noite, ouvindo Foo Fighters?

Se alguém responder positivamente, pare de ler, caso contrário, continue. Ou se responder positivamente e quiser continuar a ler, estará convidado, até porque não haverá nada apenas para um dos lados da caixa.

São coisas como essas, que no futuro trazem desfechos nem sempre muito bons(problemas intestinais são frequentes em algumas pessoas, felizmente não sou um desses), mas que no momento nos trazem um sentimento... algo próximo ao êxtase felicitativo. É uma coisa que parece ser inacabável, incontrolável, impagável. Algo tão difícil de descrever o que se sente quando se ganha algo que nunca se imaginava ganhar.

Sentimentos assim, sinceros, expontâneos, só fazem com que as nossas vidas, que por viver nesse mundo acabam se tornando infelizes só pelo fato do contexto ser o que é, ganhem um suspiro a mais, umas moléculas de oxigênio a mais, para que possamos respirar e lutar por algo melhor amanhã, ou daqui a pouco mesmo.

Comer uma bergamota gelada, às 10 e meia da noite, jogar as cascas e as sementes em cima de uma prova antiga(fato não descrito antes) e ainda por cima ouvir Foo Figters, é uma coisa do outro mundo. Não dá para descrever a sensação, que só seria melhor se eu estivesse ouvindo "O Vagabundo", do Maria do Relento, no som máximo que as minhas velhas caixas de som podem agüentar, e cantando, mesmo que com a boca cheia de bergamota.

Talvez amanhã eu faça isso. Talvez não. O que importa é que hoje eu fiz algo diferente, diferente do que eu havia feito ontem.

Originalidade, que não deve ser muito incentivada, porque senão, imagine a baderna que ia se tornar o mundo... não sei se seria bom ou ruim, mas enfim, deixem por enquanto para os malucos fazerem essas coisas, escreverem essas coisas tentando mostrar à alguém, alguma coisa.

I'll never surrender...

Ridiculamente louco

(Só pra avisar que esse texto também será postado no Blog do Maluco)

Agora, imaginando futuras e já vividas situações, como de costume, fico dialogando ou imaginando diálogos, que poderiam ou podem acontecer. Tudo num ato muito habitual meu: falar sozinho. Gosto de falar sozinho, mesmo que não perceba como a minha voz é realmente. Gosto de fazê-lo mais para treinar fala e raciocínio. Acredito ser o único a fazer isso para treinar raciocínio.

E em uma dessas possíveis conversas que eu teria(ou poderia ter tido) com outras pessoas, uma em especial me motivou a escrever. Esse texto, depois do já escrito no blog do maluco(como disse, esse também será postado lá). Mas aqui vou fazer uma relação, ou alguma coisa do tipo, escrita, sobre uma idéia ou noção que tanto mudou em minha cabeça. Ridículo. Sim, a noção, ou idéia de ridículo, mudou muito em minha cabeça.

Nem preciso falar que nos meus ínfimos e infelizes tempos de normal, eu considerava quase tudo ridículo. Principalmente se esse algo fosse visual ou aparente(voz é algo aparente, mas não visual...). E como era fácil julgar aparentemente alguém ou algo. Mais fácil ainda era tachá-lo de ridículo. Era até divertido, pois eu ria dos "ridículos", esquecendo que eu era um ridículo. Aliás, na época, eu nem tinha idéia do que eu era. O que evitou uma depressão - o mal do século.

O tempo foi passando, o espírito maluco falando mais alto e o ridículo foi se tornando mais incomum. Quase nada que fosse aparente era ridículo. Só se fosse algo muito escandaloso, como alguém usar calça rosa com camisa amarelo-limão. Mas ridículo se tornou o meu passado e as atitudes. A normalidade, com sua superficialidade e falsidade, se tornou ridícula. E eu percebi o quanto era bom ter virado um ridículo na visão dos outros(malditos outros) e ver que eu era ridículo, mas já havia me concertado.

E o tempo passou. Atualmente, nem a mais ridícula das aparências é ridícula pra mim. Posso rir, mas não acho mais ridículo. Porque cada um veste o que tem vontade, cada um cria a sua moda, o seu estilo. Que se danem aquelas imaginárias leis que impedem alguém de usar camisa social com chinelo de dedo velho, fedido e gasto. É. O ridículo para mim se tornou cada vez mais invisível. Antes eu achava ridículo fazer certas coisas. Hoje, as faço e rio muito, só saber que um dia as achei ridículas.

Cansei de escrever essa palavra que começa com ridí e termina com cula(quase o mesmo cula de ViNícULa). Então fico pensando em como terminar esse texto. Não quero pensar muito mais agora. Chega. O ridículo mudou na minha cabeça. Mas ele não mudou na cabeça de muitos. Eu mudei. Muitos não mudaram. Tudo muda mas nada muda. Parece o final do meu outro texto.

Ridículo é achar alguém ridículo, mas ridículo não é achar uma atitude ridícula. Superficialidade é ridícula. Já a falsidade não. Essa é patética.

Tão tá!

Excluo-me e excluam-me

De volta ao tosco, mas não porque passei a ter um tempo considerável disponível para

Se tem uma coisa que eu não gosto é quando começam a me incluir em certas coisas. Eu escrevia assim, generalizando, mas nunca gostei de generalizações. Na verdade, fazia-o na raiva, no impulso, sem perceber que havia generalização nos meus textos. Não aqui no tosco, mas no meu outro blog.

Aí começam com aquela de que todos temos que viver como amigos, como irmãos, pois somos todos filhos de Deus. Concordo com a última parte, mas fingir, ou até forçar, amizade, irmandade, com uma pessoa que não suporto ou não quero proximidade, é falsidade, hipocrisia. Deus quer sinceridade. Pelo menos eu entendo que ele a queira, ao invés da maldita característica dos normais.

Da sociedade, passam a me incluir como juventude. Porque os jovens não são responsáveis, não pensam nas conseqüências, vão pra festas, se acabam enchendo a cara com bebidas alcoólicas, enfim, coisas do tipo. Que saco, se isso é a juventude(a juventude, substantivo que generaliza os jovens, porque se fosse o Juventude, eu ia mandar perguntar para um colorado... cadê o Maurício nessas horas??? - hahahaha), eu me excluo dela. Se todo guri é galinha, eu me incluo fora também. Se todo guri é irresponsável, me incluo fora por me conhecer. Por vezes posso ser egoísta de querer fazer ao meu jeito, ou querer que algo de certo só porque eu fiz, mas sei que sou diferente, até por ser assumidamente um maluco(nota: malucos não são necessariamente irresponsáveis).

Aí começam também com o que a maioria diz. Me excluam dessa maioria. A maioria ama o brasil, eu não. A maioria, ama ruídos(erroneamente chamados de música) para corno e para plaiboi de merda(aquelas poesias sem rima, sem nexo e sem palavras, cantadas). Eu odeio essas merdas de ruídos. A maioria gosta do carnaval. Eu não. A maioria torce pro flamerda. Eu não. A maioria é normal, eu não. Chega de me incluir na maioria. Eu faço comparações, mas entre grupos, não num contexto geral, como outras pessoas(sem usar o maioria ou minoria) fazem.

Outra coisa que me tapa de nojo é quando começam a falar que dinheiro e beleza são importantes. Mas que porcaria. Se eu conheço uma pessoa, vou olhar para a cara dela ou vou conversar com ela. Olhar sem falar não existe. Nada existe sem palavras ou gestos. Enfim, lembrem-se das exceções. Mas me excluam dessa beleza. Sou um guri feio, narigudo, assumidamente. Não tenho medo nem vergonha em falar. Então por favor não me venham falar em beleza. Não é o caso de ser bonito e falar de beleza ou não ser bonito e não falar sobre a mesma. É questão de convicção. Conheço pessoas, consideradas bonitas, que não acham a beleza importante. E isso é bom.

Outra coisa que quero que me excluam é a tal da inteligência. Mas que droga. Não sou inteligente. Se eu fosse, estaria eu aqui escrevendo em um blog? Não, porque os inteligentes escrevem coisas somente quando necessários. O que não é necessário escrever, eles guardam mentalmente. Existe o potencial e a vontade. Os dois aliados formam alguém inteligente. Quem tem só um deles, não é inteligente, mas pode ser. Eu acho que tenho metade de cada um. Mas não consigo chegar ao máximo em um dos dois. E pra concluir esse parágrafo, não tenho a ambição de ser inteligente. Se assim, semi-burro, já querem copiar respostas de mim, imaginem se eu fosse inteligente... Não. Não quero ser inteligente.

Por fim, excluam-me de qualquer forma de normalidade. Não tenho a mínima vocação para ser apenas mais um. Prefiro ser um idiota, mas com acorde próprio, como diria o Bach. Não tento ser com outro alguém. Chega de normalidade. Eu já fui um deles, por isso escrevo sempre sobre essa diferença, que só existe para mim, mas até por isso, me diferencio daqueles que criam uma bolha, que seria o seu mundo, e copiam o papel de parede do vizinho, se é que alguém consegue entender isso.

Chega. Não me incluam em nenhum desses grupos. Ah, no último grupo está embutido e implícito os banalizadores, os falsos, hipócritas, enfim, vários tipos de grupos característicos dos normais.

Até!

Bittersweet Symphony

Essa é a música mais bonita do mundo, claro na opinião do meu Tio Mauro. Quem toca ela é o The Verve e meu tio achava, agora sabe o certo porque meu primo explico pra ele, que era the veers. Realmente a música é muito foda. Como eu sempre digo, quem não gosta que vai chupar uma cana.

Composição: Mick Jagger and Keith Richards

'Cause it's a bittersweet symphony, this life
Try to make ends meet
You're a slave to money then you die
I'll take you down the only road I've ever been down
You know the one that takes you to the places
where all the veins meet yeah,

No change, I can change
I can change, I can change
But I'm here in my mold
I am here in my mold
But I'm a million different people
from one day to the next
I can't change my mold
No, no, no, no, no

Well I never pray
But tonight I'm on my knees yeah
I need to hear some sounds that recognize the pain in me, yeah
I let the melody shine, let it cleanse my mind, I feel free now
But the airways are clean and there's nobody singing to me now

No change, I can change
I can change, I can change
But I'm here in my mold
I am here in my mold
And I'm a million different people
from one day to the next
I can't change my mold
No, no, no, no, no
I can't change
I can't change

'Cause it's a bittersweet symphony, this life
Try to make ends meet
Try to find some money then you die
I'll take you down the only road I've ever been down
You know the one that takes you to the places
where all the things meet yeah

You know I can change, I can change
I can change, I can change
But I'm here in my mold
I am here in my mold
And I'm a million different people
from one day to the next
I can't change my mold
No, no, no, no, no

I can't change my mold
no, no, no, no, no,
I can't change
Can't change my body,
no, no, no

It justs sex and violence melody and silence
It justs sex and violence melody and silence
(I'll take you down the only road I've ever been down)
It justs sex and violence melody and silence
(I'll take you down the only road I've ever been down)
Been down
Ever been down
Ever been down
Ever been down
Ever been down
Have you ever been down?
Have you ever been down?
Have you ever been down?

Rock'n'roll na veia

Após ficar mais de uma hora escutando Van Halen, uma das melhores bandas de rock que eu já escutei, minhas idéias clarearam mais. O ano praticamente acabou, as aulas acabaram, e acho que passei na Liberato, pelo que uma amiga minha falou e as mulheres de lá também, eu estou lá em 2008 se Deus quiser. Aliás, hoje fui lá pra fazer uma prova de nivelamento de inglês, tentei errar o máximo que eu conseguisse, coloquei cada absurdos lá, em uma prova que era pra ser feita em até duas horas, em dez minutos eu cabei ela e fiquei imaginando que eu era o Marky Ramone e estava em um show com o Tequila Baby, até fiz barulho demais batendo com as canetas na mesa.

Eu sempre me pergunto, como alguém pode não gostar de Rock? Como?

Sempre que eu escuto rock eu fico mais alucinado, mas feliz, mas maluco, quando eu me empolgo escutando por exemplo o The Police, eu pego a vassoura e faço de conta que é guitarra ou senão pego uma caneta e faço de conta que estou tocando bateria. Muito tri. Eu ainda vou tocar em uma banda de rock, dizem que muitas bandas surgem tocando que nem seus ídolos, quem sabe eu um dia faço uma banda e tocamos as músicas do Van Halen ou do Ramones no início e depois tocamos músicas próprias. Compostas por nós mesmos. Quem sabe um dia.

E é estranho também, que as melhores bandas acabaram porque um membro morreu ou um parou de tocar porque se envolveu nas drogas. Isso eu não entendo, o Beatles acabou porque o John Lennon deu um autógrafo para um louco e esse depois de receber o autógrafo ficou mais louco ainda e matou o John Lennon. O Acdc quase acabou porque o vocalista, não lembro se era o Bon Scott que morreu afogado com o próprio vomito, isso é um cúmulo. O Nirvana deu origem ao Foo Fighters, que por sinal é muito bom, quando morreu o Kurt Cobain e parece que um outro da banda tinha morrido, o membro vivo ficou desesperado e chamou outros caras e formou o Foo Fighters. O Elvis Presley, rei do rock, morreu ou bêbado ou de overdose. Mais outro caso é o Jim Morrison que morreu de overdose eu acho. O ramones acabou porque quase todos morreram, único vivo se eu não me engano é o Marky Ramone, a lenda viva do punk rock.

É uma pena esses caras que morreram e muitos outros que eu não citei, se eles fossem vivos ainda e suas bandas ainda tocassem, dai sim ia se foda. Porque o rock de hoje está meio fraco. Atualmente eu escuto praticamente o rock antigão, o rock gaúcho que é muito bom por sinal e alguns do rock nacional, por exemplo o ultraje a rigor.

Quanto tempo vai durar?

Quanto tempo durará a tua amizade eterna? Quanto tempo? Será que vai ser o suficiente para você passar bons e inesquecíveis momentos juntos com o seu amigo? Ou será que durará até você se cansar dele ou vice-versa?

Quanto tempo durará o teu namoro eterno? Quanto tempo? Será que vai ser tempo suficiente para você depois dizer que amou para valer? Ou será que vai durar apenas para você dizer que viveu uma paixão? Será que essa eternidade resiste a um ciúmes bobo?

Quanto tempo durou a última coisa que julgastes ser eterna? Quanto tempo? 1 mês ou 1 ano? Será que nesse tempo que você proclamava que teria algo em sua vida que seria eterno você não acabou apenas tentando fazer com que isso fosse mesmo eterno e esqueceu-se de viver?

Quanto tempo durarou aquela amizade que você disse para sempre? Quanto tempo você namorou ou “ficou junto” com aquela pessoa que ouviu tu dizeres que o vosso amor era eterno? Quanto tempo?

Cansei de ver e ouvir normais falando em eternidade. Idiotas, tolos… normais. Vocês banalizaram uma coisa que é única, coisa que tem apenas um exemplo. Só DEUS é eterno, porém, vocês não querem ser iguais a DEUS. Não querem ser porque acham que ELE não existe ou porque se acham superiores ao ponto de dizerem que também têm a eternidade, não física, mas em algum momento.

Banalizadores idiotas. A eternidade não existe entre nós seres humanos. Tudo um dia acaba. E parem, por favor parem de dizer que uma amizade é eterna, que um amor é eterno, pois assim seus idiotas, vocês pensam apenas em duração, em quanto mais durar melhor e esquecem-se de que um dia vão olhar e se arrepender de não ter vivido.

Sejam humildes consigo mesmos e sinceros com os outros. Digam que a amizade é legal, que o amor lhes deixa feliz, mas não que isso é eterno. O para sempre sempre acaba. O eterno, acaba mais rápido ainda. E vocês, garanto, não sabem o que é uma amizade de verdade. Por isso falam em amizade eterna, porque tem medo de que ela acabe. Amizade de verdade, sincera, nunca acaba, mesmo com a distância.

Tolos, idiotas… normais. Cansei dessas suas banalizações. A eternidade não existe, mas ainda não sei o porquê de ter-lhes dito isso. Sim, pois dizendo isso estou ajudando-lhes a serem menos idiotas. Mas duvido que vão tirar algo importante do que eu disse. Normais idiotas, vocês não prestam atenção no que digo porque sou apenas um maluco sincero, que na vossa visão, é grosso e idiota. Que seja. Pelo menos não banalizo nada desse tipo e vivo a minha vida, sem pensar em tempo.