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Transformando as aparências em realidade

Vá até o seu quarto, vista roupas que combinem com a cor do seu cabelo e dos seus olhos. Pegue a máquina fotográfica e fique em frente ao espelho. Tire fotos do seu reflexo. Depois, tire fotos de si mesmo, de vários ângulos. Vá para o computador, crie uma conta no orkut, no facebook, no myspace, enfim, em todos esses fóruns onde pessoas tem perfis. Coloque um nome que faça referência ao seu verdadeiro. Deixe-o estiloso, cheio de enfeites que desviem do que realmente importa, que é o seu nome.

Passe aquelas fotos que tu acabastes de tirar para o computador e escolha a melhor, não para ti, mas para os outros. Se possível, peça para alguém corrigir os "defeitos" com o photoshop. Coloque essa foto mais bonita de perfil. Encha teu álbum de fotos apenas com fotos bonitas. A mesma cara, o mesmo lugar, a mesma intenção, só o ângulo de tiragem das fotos deve ser diferente.

Escreva muita bobagem nesse perfil. Se possível, copie algo do perfil de alguém, uma letra de música ou um texto, que mesmo que não tenham nada a ver contigo, devem ser belos e talvez motivacionais, porque as pessoas esquecerão logo do que se trata e lerão quantas vezes for preciso para puxar o seu saco.

Depois, aumente sua rede de "amigos". Sim, amigo virtual também é amigo. Mas amigo de orkut, facebook, myspace, é mais do que amigo. É contato, é oportunidade, de se mostrar superior, bonito(a), legal, querido(a), enfim, é uma chance a mais de parecer e aparecer. Adicione como amigo todo aquele que conheces, e mesmo aqueles que não conheces, porque afinal, quanto mais pessoas forem suas "amigas", mais querido(a) aparentarás ser.

Pronto, tu agora pareces ser mesmo um ser humano normal.


"Infelizes aqueles que tornam as aparências essenciais e vivem a vida por fora".

Campanha: Diga não às provações

Se tu não agüentas mais àqueles que sempre que são criticados, geralmente com razão, e mudam completamente para provar que quem criticou está errado, mesmo que não esteja, faça parte dessa campanha.

Se tu não suportas quando alguém larga os amigos que tinha para ter amigos mais populares e normais, tudo por conta de frases ditas e de pensamentos egoístas, faça parte dessa campanha.

Se tu sente nojo daqueles guris que a todo custo querem provar ser homens, agarrando-se em gurias em fotos não especiais, mesmo que não conheça essa referida guria, entre na campanha.

Se tu não agüentas aquelas gurias que querem provar a todo custo que não são apenas um objeto inútil no mundo, e assim fazem coisas que não sabem fazer, estragando outras coisas que dariam certo se elas não tivessem se metido no meio, entre nessa campanha.

Se tu não agüentas mais aqueles que querem provar alguma coisa à alguém, só por birra, teimosia, ou por querer mostrar que são algo que não são, diga "Não às provações!".

E tenho dito, digo, escrito.

Ridiculamente louco

(Só pra avisar que esse texto também será postado no Blog do Maluco)

Agora, imaginando futuras e já vividas situações, como de costume, fico dialogando ou imaginando diálogos, que poderiam ou podem acontecer. Tudo num ato muito habitual meu: falar sozinho. Gosto de falar sozinho, mesmo que não perceba como a minha voz é realmente. Gosto de fazê-lo mais para treinar fala e raciocínio. Acredito ser o único a fazer isso para treinar raciocínio.

E em uma dessas possíveis conversas que eu teria(ou poderia ter tido) com outras pessoas, uma em especial me motivou a escrever. Esse texto, depois do já escrito no blog do maluco(como disse, esse também será postado lá). Mas aqui vou fazer uma relação, ou alguma coisa do tipo, escrita, sobre uma idéia ou noção que tanto mudou em minha cabeça. Ridículo. Sim, a noção, ou idéia de ridículo, mudou muito em minha cabeça.

Nem preciso falar que nos meus ínfimos e infelizes tempos de normal, eu considerava quase tudo ridículo. Principalmente se esse algo fosse visual ou aparente(voz é algo aparente, mas não visual...). E como era fácil julgar aparentemente alguém ou algo. Mais fácil ainda era tachá-lo de ridículo. Era até divertido, pois eu ria dos "ridículos", esquecendo que eu era um ridículo. Aliás, na época, eu nem tinha idéia do que eu era. O que evitou uma depressão - o mal do século.

O tempo foi passando, o espírito maluco falando mais alto e o ridículo foi se tornando mais incomum. Quase nada que fosse aparente era ridículo. Só se fosse algo muito escandaloso, como alguém usar calça rosa com camisa amarelo-limão. Mas ridículo se tornou o meu passado e as atitudes. A normalidade, com sua superficialidade e falsidade, se tornou ridícula. E eu percebi o quanto era bom ter virado um ridículo na visão dos outros(malditos outros) e ver que eu era ridículo, mas já havia me concertado.

E o tempo passou. Atualmente, nem a mais ridícula das aparências é ridícula pra mim. Posso rir, mas não acho mais ridículo. Porque cada um veste o que tem vontade, cada um cria a sua moda, o seu estilo. Que se danem aquelas imaginárias leis que impedem alguém de usar camisa social com chinelo de dedo velho, fedido e gasto. É. O ridículo para mim se tornou cada vez mais invisível. Antes eu achava ridículo fazer certas coisas. Hoje, as faço e rio muito, só saber que um dia as achei ridículas.

Cansei de escrever essa palavra que começa com ridí e termina com cula(quase o mesmo cula de ViNícULa). Então fico pensando em como terminar esse texto. Não quero pensar muito mais agora. Chega. O ridículo mudou na minha cabeça. Mas ele não mudou na cabeça de muitos. Eu mudei. Muitos não mudaram. Tudo muda mas nada muda. Parece o final do meu outro texto.

Ridículo é achar alguém ridículo, mas ridículo não é achar uma atitude ridícula. Superficialidade é ridícula. Já a falsidade não. Essa é patética.

Tão tá!

Excluo-me e excluam-me

De volta ao tosco, mas não porque passei a ter um tempo considerável disponível para

Se tem uma coisa que eu não gosto é quando começam a me incluir em certas coisas. Eu escrevia assim, generalizando, mas nunca gostei de generalizações. Na verdade, fazia-o na raiva, no impulso, sem perceber que havia generalização nos meus textos. Não aqui no tosco, mas no meu outro blog.

Aí começam com aquela de que todos temos que viver como amigos, como irmãos, pois somos todos filhos de Deus. Concordo com a última parte, mas fingir, ou até forçar, amizade, irmandade, com uma pessoa que não suporto ou não quero proximidade, é falsidade, hipocrisia. Deus quer sinceridade. Pelo menos eu entendo que ele a queira, ao invés da maldita característica dos normais.

Da sociedade, passam a me incluir como juventude. Porque os jovens não são responsáveis, não pensam nas conseqüências, vão pra festas, se acabam enchendo a cara com bebidas alcoólicas, enfim, coisas do tipo. Que saco, se isso é a juventude(a juventude, substantivo que generaliza os jovens, porque se fosse o Juventude, eu ia mandar perguntar para um colorado... cadê o Maurício nessas horas??? - hahahaha), eu me excluo dela. Se todo guri é galinha, eu me incluo fora também. Se todo guri é irresponsável, me incluo fora por me conhecer. Por vezes posso ser egoísta de querer fazer ao meu jeito, ou querer que algo de certo só porque eu fiz, mas sei que sou diferente, até por ser assumidamente um maluco(nota: malucos não são necessariamente irresponsáveis).

Aí começam também com o que a maioria diz. Me excluam dessa maioria. A maioria ama o brasil, eu não. A maioria, ama ruídos(erroneamente chamados de música) para corno e para plaiboi de merda(aquelas poesias sem rima, sem nexo e sem palavras, cantadas). Eu odeio essas merdas de ruídos. A maioria gosta do carnaval. Eu não. A maioria torce pro flamerda. Eu não. A maioria é normal, eu não. Chega de me incluir na maioria. Eu faço comparações, mas entre grupos, não num contexto geral, como outras pessoas(sem usar o maioria ou minoria) fazem.

Outra coisa que me tapa de nojo é quando começam a falar que dinheiro e beleza são importantes. Mas que porcaria. Se eu conheço uma pessoa, vou olhar para a cara dela ou vou conversar com ela. Olhar sem falar não existe. Nada existe sem palavras ou gestos. Enfim, lembrem-se das exceções. Mas me excluam dessa beleza. Sou um guri feio, narigudo, assumidamente. Não tenho medo nem vergonha em falar. Então por favor não me venham falar em beleza. Não é o caso de ser bonito e falar de beleza ou não ser bonito e não falar sobre a mesma. É questão de convicção. Conheço pessoas, consideradas bonitas, que não acham a beleza importante. E isso é bom.

Outra coisa que quero que me excluam é a tal da inteligência. Mas que droga. Não sou inteligente. Se eu fosse, estaria eu aqui escrevendo em um blog? Não, porque os inteligentes escrevem coisas somente quando necessários. O que não é necessário escrever, eles guardam mentalmente. Existe o potencial e a vontade. Os dois aliados formam alguém inteligente. Quem tem só um deles, não é inteligente, mas pode ser. Eu acho que tenho metade de cada um. Mas não consigo chegar ao máximo em um dos dois. E pra concluir esse parágrafo, não tenho a ambição de ser inteligente. Se assim, semi-burro, já querem copiar respostas de mim, imaginem se eu fosse inteligente... Não. Não quero ser inteligente.

Por fim, excluam-me de qualquer forma de normalidade. Não tenho a mínima vocação para ser apenas mais um. Prefiro ser um idiota, mas com acorde próprio, como diria o Bach. Não tento ser com outro alguém. Chega de normalidade. Eu já fui um deles, por isso escrevo sempre sobre essa diferença, que só existe para mim, mas até por isso, me diferencio daqueles que criam uma bolha, que seria o seu mundo, e copiam o papel de parede do vizinho, se é que alguém consegue entender isso.

Chega. Não me incluam em nenhum desses grupos. Ah, no último grupo está embutido e implícito os banalizadores, os falsos, hipócritas, enfim, vários tipos de grupos característicos dos normais.

Até!

Estava demorando, mesmo

De costume, sou uma pessoa calma e tranqüila, que ri quando os outros me tiram para louca, etc. Mas às vezes, não dá para suportar a ignorância/arrogância de algumas pessoas.
Existem aqueles que conseguem me tirar do sério, me deixar irada, simplesmente pelo fato de que é impossível manter um diálogo com os mesmos. E não falo de garotas que não têm nada na cabeça, porque ainda elas são falsas, então você pode ser falso também e conversar numa boa sem ficar se ofendendo como animais. Mas tem alguns garotos, dois em especial, que sentam atrás de mim nas aulas, que ficam o tempo inteiro me irritando.
Eu não pedi para que eles fossem estar perto de mim nas aulas, eu já sentava lá na frente antes deles decidirem tomar por lugar o lugar que existe atrás do nosso na sala de aula. E quando eles começam a me cortar não é porque eu iniciei conversa com eles. Eles se metem nas conversas entre eu e a Letícia para poder me encher a paciência, com comentários extremamente dispensáveis.
Pessoas assim, mas que atrapalhadoras e corrompedoras da boa convivência social, são desnecessárias à sociedade. Não precisavam existir. Nunca contribuem com opiniões construtivas, e só sabem dizer que sou estranha, louca, retardada, sem dar mais nenhum argumento que comprove que isto é realmente um defeito.
Esses caras são muito chatos. Mas eles fazem isso para chamar a atenção para si, porque pensam que são legais e espertos. Tirar dez em provas de física não é sinônimo de esperteza. E ficar irritando pessoas como eu não é o melhor jeito de chamar atenção... Me aguardem, vocês dois.

obs: Os dois são colorados

Ai ai, família...

A humanidade está mesmo perdida. Não têm mais jeito. Os poucos seres conscientes de tudo não conseguem fazer muito pelos normais, porque estes simplesmente são cegos. Eles não estão, eles SÃO cegos. Jamais entenderão o que nós queremos dizer. Eles não podem ver, não percebem as coisas. Jamais entenderão. Então, falar tudo isso aqui, não é para que alguém passe a ver as coisas de um modo diferente. É para que aqueles que vêem as coisas de um modo diferente saibam que não estão sozinhos.
Ontem teve um encontro em família. Todos os filhos da minha avó materna, cada um com a sua família, e ainda uma família de amigos nossos. Não fosse estes últimos, aquilo teria sido uma chatice. Mas esta família de amigos nossos são gente boa, e eles sempre ensinam centenas de sacanagens legais de se fazer com os outros. Já os meus parentes são todos desorientados. Dividem-se em tios e primos.
Na rodinha onde estão os primos é impossível permanecer porque eles conversam sobre coisas fúteis.É sempre sobre bebidas ou garotos(as). A roda onde estão os tios já é mais suportável. Mesmo assim, é impossível presenciar um debate entre elas. Acreditam em "verdades" absurdas (coloquei "verdades" entre aspas porque a verdade não compreende mais que uma versão). Até pensei em dizer, ao invés disso, que eles acreditam em Papai Noel. Mas até as inocentes crianças que acreditam no velho propaganda da Coca-Cola sabem que as coisas não funcionam assim.
Então, eu passei ontem um bom tempo sozinha. Caminhava de um lado para o outro carregando pratos, copos, e o que tivesse que ser carregado. Onde não tinha ninguém eu ficava um tempo parada, como se estivesse esperando alguém ou algo. Mas eu não queria que ninguém chegasse. Eu prefiro a solidão do que a companhia daqueles parentes. Aliás, eu tenho sido mais sociável, mas eu ainda prefiro solidão à companhia de muitas pessoas. Não é completamente desfundamentada essa imagem autista que muitos humanos costumeiramente fazem de mim.
Mas ontem não tinha essa de ficar sozinha. A família é grande, e tinha gente por todos os lados. Escolhi ficar junto com minha mãe e com as tias que estavam conversando junto. Eu geralmente prefiro estar com meu pai, já que os homens são mais engraçados. Mas àquela altura, muitos deles já tinham bebido além da conta... Então, estava eu com as outras mulheres, e, de repente, a tradicional pergunta que a minha avó materna faz toda vez que me vê, desde os meus 11 ou 12 anos: "Já tem namorado?". Ela gostaria muito que eu, como neta, fizesse a minha parte, casasse, e desse um bisneto a ela de uma vez. Ela iria achá-lo lindo, mas com certeza não trocaria suas fraldas nem faria ele calar a boca quando começasse a encomodar. Aliás, minha vó também gostaria de ter um neto doutor, que fosse médico. Mas ela nunca incentivou nenhum a ir fundo nos estudos, e muito menos os financiou para algum neto. Dar apoio moral é fácil, mas se a coisa aperta, ninguém se responsabiliza.
Mas, do que eu estou reclamando? Eu deveria agradecer. Primeiramente, por ter os lhos abertos. E depois, porque hoje já é segunda-feira. O domingo passou sem muitas demoras, e eu sobrevivi a mais um temível encontro de família.

Quanto tempo vai durar?

Quanto tempo durará a tua amizade eterna? Quanto tempo? Será que vai ser o suficiente para você passar bons e inesquecíveis momentos juntos com o seu amigo? Ou será que durará até você se cansar dele ou vice-versa?

Quanto tempo durará o teu namoro eterno? Quanto tempo? Será que vai ser tempo suficiente para você depois dizer que amou para valer? Ou será que vai durar apenas para você dizer que viveu uma paixão? Será que essa eternidade resiste a um ciúmes bobo?

Quanto tempo durou a última coisa que julgastes ser eterna? Quanto tempo? 1 mês ou 1 ano? Será que nesse tempo que você proclamava que teria algo em sua vida que seria eterno você não acabou apenas tentando fazer com que isso fosse mesmo eterno e esqueceu-se de viver?

Quanto tempo durarou aquela amizade que você disse para sempre? Quanto tempo você namorou ou “ficou junto” com aquela pessoa que ouviu tu dizeres que o vosso amor era eterno? Quanto tempo?

Cansei de ver e ouvir normais falando em eternidade. Idiotas, tolos… normais. Vocês banalizaram uma coisa que é única, coisa que tem apenas um exemplo. Só DEUS é eterno, porém, vocês não querem ser iguais a DEUS. Não querem ser porque acham que ELE não existe ou porque se acham superiores ao ponto de dizerem que também têm a eternidade, não física, mas em algum momento.

Banalizadores idiotas. A eternidade não existe entre nós seres humanos. Tudo um dia acaba. E parem, por favor parem de dizer que uma amizade é eterna, que um amor é eterno, pois assim seus idiotas, vocês pensam apenas em duração, em quanto mais durar melhor e esquecem-se de que um dia vão olhar e se arrepender de não ter vivido.

Sejam humildes consigo mesmos e sinceros com os outros. Digam que a amizade é legal, que o amor lhes deixa feliz, mas não que isso é eterno. O para sempre sempre acaba. O eterno, acaba mais rápido ainda. E vocês, garanto, não sabem o que é uma amizade de verdade. Por isso falam em amizade eterna, porque tem medo de que ela acabe. Amizade de verdade, sincera, nunca acaba, mesmo com a distância.

Tolos, idiotas… normais. Cansei dessas suas banalizações. A eternidade não existe, mas ainda não sei o porquê de ter-lhes dito isso. Sim, pois dizendo isso estou ajudando-lhes a serem menos idiotas. Mas duvido que vão tirar algo importante do que eu disse. Normais idiotas, vocês não prestam atenção no que digo porque sou apenas um maluco sincero, que na vossa visão, é grosso e idiota. Que seja. Pelo menos não banalizo nada desse tipo e vivo a minha vida, sem pensar em tempo.

Apenas um comentário sobre os normais

Os normais são uns babacas. Quem não sabe o que é banalizar que vá procurar um dicionário.

Conviver com os normais se torna até divertido, à partir do momento que você é diferente deles. Eles me xingam porque eu sou diferente e eu dou risada deles porque eles são todos iguais, todos falsos, mentirosos, metidos, arrogantes, egoístas, prepotentes, banalizadores, falsos ateus e cristãos, idiotas, comuns, enfim, normais. Bando de babaca.

Mas que nada. É sentar, ler alguma coisa interessante, ouvir um velho e bom rock'n roll, que pode ser um Creedence ou um The Police, ou qualquer outro rock antigo e pensar que não vale muito a pena pensar nesses comuns, nesses normais. Criticá-los e xingá-los é divertido, mas é perda de tempo.

Eles têm uma importância na minha vida. Me mostram todas as atitudes as quais se eu executar uma delas, poderei me arrepender.

Raiva, odeio normais

Bah, essa hora da noite e eu estou indignado com os normais.E ainda por cima três ex-colegas minhas.O motivo é a banalização(termo que meu primo sempre usa).Essas ex-colegas minhas são fãs desses rbd e rebelde, tudo essas porcaria de banda e de novela, falando com meu primo pelo msn e eu disse:"ah, que rbd nada, só chamo Acústicos e valvulados que acaba com esses mexicanos podres" e ele disse com ar debochado "até Os Serranos é melhor" hahahahahahahahahahaha.Esse comentário foi massa, eu ri demais.Mas voltando ao assunto, como podem idolatrar tanto esses caras, elas colocam um monte de fotos dessa Anahí e desse Alfonso, ta do Alfonso até vai porque elas são gurias, mas colocam da Anahí dizendo que amam ela, que ela é perfeita e mais um monte de baboseiras...
Ninguém no mundo é perfeito, só Deus é perfeito porque ele sabe sempre o que faz.Tá loco, como é que pode gosta desse rbd?E gurias com 14, 15 até mais de 16 anos amam esses cara, esse Alfonso não passa de um plaiboi que se acha o bonitão, vão arrumar outra coisa melhor pra fazer em vez de cobiçar tanto assim esse cara.

Vendo comunidades do orkut, umas lá com 200.000 mil pessoas que odeiam esses rebeldes, e Graças a Deus não da mais na televisão, e digo mais: eu sou mais chaves do que esses rebelde ai.
Outra coisa que não muda é malhação, sempre a mesma história, única coisa que muda são os personagens(atores).E o pior é que eu assistia malhação, mas me dei por conta que não vale a pena mais assistir essa outra porcaria, e novela nenhuma mais eu assisto.
Porque me enjoei das novelas da globo.A perfeição não existe, mas os normais eu acho que só sabem falar em perfeição, mal conhece alguém e diz que tá com saudades ou que adora, meu vô diz que adora se adora a Deus e gostar se gosta de algo exemplo:massa, pizza, lasanha...
Boa noite a todos(se alguém ler isso) pois amanhã eu tenho prova de inglês.