(continuando...)
Se aproximou dela e então se beijaram. E ela, loira, não se apavorou com o fato de ele continuar mascando chicletes. Não conseguia mais parar de beijá-lo, pois aquele beijo era tão doce. Mal sabia ela que era pelo chiclete. E mal sabia ele que era pelo chiclete que ela, mesmo sem saber, continuava beijando-o. Passaram-se 30 minutos e continuavam lá. Um único beijo, o mais longo da história do planeta. Ninguém conseguiria superá-los. Estavam até filmando para mandar para o Guiness Book.
Foi então que o namorado da loira puxou-a, recriminando-a por aquela traição. O cara do chiclete, não sabia o que fazer. Quando viu que o namorado da loira se aproximava dele com o intuito de dar-lhe uma coça de laço, resolveu se proteger. Ajeitou o chiclete na boca e começou a fazer uma bola. E soprou, soprou e soprou. Até que a bola estava maior que ele. Nos desenhos ele sairia voando, mas aqui a coisa é real.
Então, o namorado da loira vendo aquilo, pegou um prego, estourou a bola. Foi pedaço de chiclete para todos os lados. E os pedaços grudaram em cabelos, em roupas, em todos os lugares. Inclusive na boca da loira. Sim, ela não conseguia mais falar pois foi tentar tirar o chiclete e acabou prendendo suas mãos no chiclete. Cena patética. Tosca. Alguns dirão que é coisa de loira. Eu digo que é coisa de Tosco por ser tosco.
Ignorando isso e todos os pedaços de chiclete que haviam grudado em seu corpo, o namorado da loira resolveu bater no cara do chiclete, que talvez seja o personagem principal dessa história. E deu um soco. Doeu no cara do chiclete, mas sua mão não voltou. Sim, a mão do namorado da loira ficou grudada na cara do guri do chiclete.
Resumindo o final, eles tiveram que esperar alguns dias até o médico, que estava de férias, voltar para fazer a cirurgia de remoção do chiclete, da mão e da cara.
E essa ficou conhecida com a mais idiota história envolvendo uma loira, um cara mascando chicletes e um namorado corno.
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Histórias do ViNícULa - Um chiclete grudou no... bah, mas nem te conto...(parte 1)
Ele saiu correndo, queria ser o primeiro a comprar o novo tipo de chicletes que o bar ia vender. Era o único bar da cidade, que era pequena, então, tudo o que tinha lá, só tinha lá, a menos que alguém comercializasse clandestinamente, o que ocorria nas outras cidades, mas não naquela. Não me perguntem o porquê disso.
Ele chegou primeiro, pois era rápido. Comprou o dito chiclete. Era enorme. Pesava 150 gramas, algo absurdamente grande para chicletes. E tudo de uma só vez na boca. Por umas 3 horas ficou apenas tomando o líquido que havia dentro do chiclete, o que reduziu seu tamanho para algo mascável.
Então ele passou horas e mais horas mascando chicletes. Dias até. Porque não dormia mais. Tinha tanta glicose naquele chiclete que ele não conseguia mais dormir. E nem sequer parar de mascar. Só com ele acontecera aquilo. Os outros conseguiram cuspir seus chicletes, mas ele não.
Porque afinal de contas, ele pagou por aquele chiclete. E tinha que perder o sabor para parar de mascar. Então foram mais alguns dias. No total, já eram 17 dias, quando ele conheceu uma guria. Loira, linda, corpo escultural, lábios carnudos, olhar fulminante. Se apaixonou. Então...
Ele chegou primeiro, pois era rápido. Comprou o dito chiclete. Era enorme. Pesava 150 gramas, algo absurdamente grande para chicletes. E tudo de uma só vez na boca. Por umas 3 horas ficou apenas tomando o líquido que havia dentro do chiclete, o que reduziu seu tamanho para algo mascável.
Então ele passou horas e mais horas mascando chicletes. Dias até. Porque não dormia mais. Tinha tanta glicose naquele chiclete que ele não conseguia mais dormir. E nem sequer parar de mascar. Só com ele acontecera aquilo. Os outros conseguiram cuspir seus chicletes, mas ele não.
Porque afinal de contas, ele pagou por aquele chiclete. E tinha que perder o sabor para parar de mascar. Então foram mais alguns dias. No total, já eram 17 dias, quando ele conheceu uma guria. Loira, linda, corpo escultural, lábios carnudos, olhar fulminante. Se apaixonou. Então...
Não que seja cultura, mas pode ser interessante pensar
São duzentas e cinqüenta mil marcas. Duzentos e cinqüenta mil combinações de sabores. Duzentos e cinqüenta mil componentes misturados. Não sabe o que é?
Chiclete, goma de mascar, chiclé.
Os componentes vocês procurem na embalagem do chiclete que vocês estão comendo. Como eu o faço agora.
Mascar chiclete de barriga vazia faz mal, pode causar gastrite e úlcera gástrica, pois ativa a produção de enzimas que corroem a parede do estômago. Há tempos sei disso. Não por ser inteligente, mas sim por ter feito um trabalho.
Mas após ingerir carnes e massas é recomendado a mastigação de chicletes para ativar as tais enzimas e melhorar a digestão.
Mas o fato é que, com bolas gigantescas sopradas com muita vontade em momentos indevidos, com cuspidas em lugares como árvores e outros lugares como o chão, o que fazem dos chicletes mascados que estão no chão um terror para os caminhantes.
Ninguém gosta de pisar em um chiclete. Ninguém gosta de ter um chiclete no cabelo. Ninguém gosta de tentar tirar um chiclete, mascado, óbvio, de uma... roupa, por exemplo.
Ninguém gosta de chicletes assim, mas antes de mascar ninguém pensa nas conseqüências.
Ou pensam, mas se esquecem.
Mas ainda há aqueles que colocam na geladeira para mascar depois. Aqueles que colocam no forno e assam para ver o que acontecem. Aqueles que comem outra coisa junto para poder engolir. E aqueles que jogam no lixo. O mais correto a fazer.
E é só.
Chiclete, goma de mascar, chiclé.
Os componentes vocês procurem na embalagem do chiclete que vocês estão comendo. Como eu o faço agora.
Mascar chiclete de barriga vazia faz mal, pode causar gastrite e úlcera gástrica, pois ativa a produção de enzimas que corroem a parede do estômago. Há tempos sei disso. Não por ser inteligente, mas sim por ter feito um trabalho.
Mas após ingerir carnes e massas é recomendado a mastigação de chicletes para ativar as tais enzimas e melhorar a digestão.
Mas o fato é que, com bolas gigantescas sopradas com muita vontade em momentos indevidos, com cuspidas em lugares como árvores e outros lugares como o chão, o que fazem dos chicletes mascados que estão no chão um terror para os caminhantes.
Ninguém gosta de pisar em um chiclete. Ninguém gosta de ter um chiclete no cabelo. Ninguém gosta de tentar tirar um chiclete, mascado, óbvio, de uma... roupa, por exemplo.
Ninguém gosta de chicletes assim, mas antes de mascar ninguém pensa nas conseqüências.
Ou pensam, mas se esquecem.
Mas ainda há aqueles que colocam na geladeira para mascar depois. Aqueles que colocam no forno e assam para ver o que acontecem. Aqueles que comem outra coisa junto para poder engolir. E aqueles que jogam no lixo. O mais correto a fazer.
E é só.
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