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Memória estudantil, será que ainda existe ?




Vamos resgatar um pouco da nossa memória estudantil, mas vamos deixar a hipocrisia de lado e falar também da realidade a qual vivenciamos atualmente, pois infelizmente a única coisa que restou do movimento estudantil foi a sua memória que lamentavelmente não é reconhecida pela própria classe estudantil.

A UNE – União Nacional dos Estudantes, atualmente se tornou uma instituição vendida que se aproveita da alienação social de uma nação para manipular e corromper o movimento, claro que é necessário que se respeite a história do movimento que derramou muito sangue diante das suas conquistas, pois sem elas não teríamos chegado até aqui.Mas infelizmente a memória estudantil está sendo corroída por uma geração hiper-individualista que põe a perder quase tudo que fora conquistado lá atrás, eu repudio as bandeiras que vemos estendidas sem coração e sem alma com interesses obscuros por trás, bandeiras vermelhas que não simbolizam nada, sentimentos vazios, pois o universo da linguagem sem o mundo da prática é um conjunto vazio!!!


* pra quem não sabe, a União Nacional dos Estudantes (UNE) é a principal entidade estudantil brasileira. Representa os estudantes do ensino superior e tem sede em São Paulo, possuindo subsedes no Rio de Janeiro e Goiás.
=)

** por que postar isso ? vai mudar alguma coisa ? Não, não vai mudar.Mas eu não consigo deixar de ficar chocada com algumas coisas que vejo.Um exemplo disso são aquelas pessoas que vão para faculdade para ficar conversando a aula inteira ( sim, eu tenho colegas assim --' )que tipo de profissionais vão ser ?
Acho que a resposta é quase óbvia. As pessoas vivem como se fossem coadjuvantes da sua própria história.

Nesse jogo de reflexos...

Alguns estudos mostram que a formação do caráter de uma pessoa inicia apartir dos 3 anos de idade. As crianças e os jovens têm como espelho nessa formação, além dos pais, o contexto social em que vivem. Se considerarmos essa percepção, nos daremos conta que estamos " produzindo", com algumas excessões, milhares de delinquentes. Também pudera. Quando ligamos a televisão, nos deparamos com notícias de corrupção, de assassinatos, de roubos, de violência contra crianças, contra mulheres. E o pior de tudo, grande parte das pessoas que cometem esses tipos de crime, permanecem impunes. Ainda mais se tratando de corrupção. Isso é tão frequente que já passa a ser normal, e nos permite achar que somos incapazes de mudar tal situação. Além disso, vivemos em um mundo onde as pessoas vivem pelo poder e por ele se movem, sem se preocupar com nada, além do próprio umbigo. É nesse sistema que as ciranças e jovens, considerados o futuro da nação, se espelham. E é apartir disso que formam o seu caráter. Toda e qualquer consequência é apenas reflexo.

Alguma verdade, literalmente

Eu acho que cabe pro momento. Parte da letra de uma música que eu considero muito boa.

Biquini Cavadão - Alguma Verdade

Eu não sei todas as coisas
Mas eu sei o que não é certo
E tenho que me disconter
Porque o medo mora aqui perto

Todos sabem quais são os problemas
Já estou tão cansado
Desses caras que não fazem nada
Será que eu que sou o culpado

Eu só quero uma verdade
Alguma verdade

Acredito no futuro
Mas quem sonha paga o preço
De sofrer pelos seus sonhos
Chega a noite e eu me esqueço

Encontro os meus amigos
E é sempre a mesma conversa
Todo mundo esta com medo
E só eu pareço estar com pressa

Eu só quero uma verdade
Alguma verdade

Que me prove que ela existe
Que eu não sou um sonhador
Que ela esteja do meu lado
Pra que eu nunca fique só
Tenho fé que ainda encontre
Se um dia conseguir
Vou abrir todas janelas
Pra deixar o sol sair
Uuuu o sol sair

E toda semana um crime novo
Pra vender anuncio na televisão
Qualquer hora eu acordo
Já não tenho mais meu coração

Eu não sei o que fazer
Pra ver o mundo em paz
Mas garanto que não basta
A palavra basta escrita num cartaz

Eu só quero uma verdade
Alguma verdade
Que me prove que ela existe
Que eu não sou um sonhador
Que ela esteja do meu lado
Pra que eu nunca fique só
Tenho fé que ainda encontre
Se um dia conseguir
Vou abrir todas janelas
Pra deixar o sol sair

fonte : Vagalume (=

Nessa terra de gigantes, que trocam vidas por diamantes...

Quinta-feira, 20 de agosto de 2009. Entre a vaga escuridão de um ônibus lotado de estudantes que tomam seu caminho de volta pra casa, estava eu, meu fone de ouvido e um pouco de música.
Dentre essas músicas, Terra de Gigantes, Engenheiros do Hawaii.
Eu sempre gostei muito das letras e músicas do Engenheiros. Mas nessa noite uma das sábias citações que eu ouvi na voz do Humberto Gessinger me chamou mais a atenção.
" Nessa terra de gigantes, que trocam vidas por diamantes..a juventude é uma banda, numa propaganda de refrigerantes..."
O que é ser 'uma banda numa propaganda de refrigerantes' ?
Uma foto posada, pessoas fingindo ser felizes, que se alienam dos problemas do mundo, e o que é pior, "vendem" a ideia de que, só se é feliz, só se alcança o sucesso, quando se é igual a eles.
E, o que é a juventude hoje ?
Salvo algumas excessões, o que se encontra na juventude atualmente é alienação. Muito diferente da época das revoluções estudantis, dos caras-pintadas, hoje os juvens não buscam mais os seus direitos, não defendem mais os seus ideais. Ninguém se preocupa com nada, o que vier é lucro ( ou não ). O importante é só curtir, fazer festa, se divertir.
Eu repito aqui a velha frase, que as vezes é usada equivocadamente, a juventude é o futuro do país, do mundo.
O que nós queremos para o nosso futuro ? Estamos lutando por isso ?
É um pouco ( ou muito ) utópico, eu sei. Mas esse é o nosso tempo de mudar o que não achamos certo. Isso não é nada fácil, mas ninguém disse que seria.
Para finalizar, mais uma citação do Gessinger:
" Afinal de contas, o que nos trouxe até aqui ? Medo ou coragem ? Talvez nenhum dos dois. "

Acho que não precisa de comentários né...
a sociedade vai se encarregar de dizer o resto.
É cômica essa decisão do STF. O papel do Jornalista não consiste em apenas escrever, ou falar, ou decidir o que vai ser veiculado ou não..Além de tudo isso está a conciência social, a luta pela verdade ( buscando todos os ângulos desta), a luta pela democratização da informação e principalmente pela pluralidade de opiniões.
Eu realmente acho o fim do mundo questionarem a importância de um diploma, mas, como uma futura profissional da área, isso não me assusta. O segredo é ser bom no que faz. Você tem que ser o melhor, e lutar constantemente por isso!
Existem coisas que só se aprende na Universidade, entre elas está a conciência ética...um profissional habilitado tem isso, enquanto os outros...

Sem título

Naquela noite, ele não veio. Ficou apenas e tão somente decretado o toque de silêncio. Assim como, se, lhe houvera pregado um selo, daqueles bem antigos, o lacre vermelho que se derrete em presença do fogo; em seus grandes e carnudos lábios, gravado com o sino imperial, do conquistador absoluto e reinante daquela sebe; e assim foi que, a boca nua, consternada, obedeceu. Prova, a constatação dessa agora soturnidade solitária. Condenada para sempre, ficará à espera de algo que não mais virá! Por única e tão somente, a falta de um mea culpa, terás que guardar uma eternidade solitária, dentro de si e um rico balaústre que nunca mais será usado para lhes decorar o salão de festas; ambiente, agora, locupletado por desertos e relâmpagos

Do que adiantou ter escolhido o mais belo vestido? E ter alisado as coxas, deixando-as brilhantes? E usado as melhores cores combinantes para que se cumprisse o ritual para a boca sedenta?

Chegava tremer, tão somente em atentar para o fato em si, de, não mais sentir, que aqueles dentes brancos jamais tornarão a cravar-lhe a carne. Tudo tão distante de tudo e tudo tão próximo, tudo tão leve e pesado ao mesmo passo, transformando o corpo, inchando o ventre ao mesmo passo e tempo em que não reparava os impulsos frêmitos da língua roçando seca entre os lábios palpitantes. Sem largar frouxo nenhum assovio entre dentes, mirava as estrelas paisagem, contemplando-as, em um outro mundo, diferente mundo, muitissíssimo diferente do seu, orbe distante daqui. Para muito além desse, em que estava e vivia: prenunciando um outro mundo de espera e orfandade amarela.

A qualquer e algum pequeno sinal de atividade em sua volta e, a olhos vistos, reagia, arrancava compulsivamente, pequenas tiras da pele desidratada pela ação do salitre abundante. Não percebia, mas, exposta permanentemente naquele oceano de reveses, seguia-lhe marcando, dia a dia, a falta de sono e de apetite; lentamente, uma nódoa cinza-escuro em torno dos globos oculares que, junto ao passar do tempo, foi se tornando uma máscara azul, lilás, avinhada, deixando-lhe os traços do rosto firme, circunspectos e soturnos.

Mudou muito e mesmo, foi quando à beira-mar sentou-se no abismo profundo de cheiros e lembranças. A vista estendeu-se para muito longe, e além de fronteiras absurdas, adormeceu. E no lugar dos seus sonhos, em que foi parar, Gina, a amante renascia vibrando em cada célula à flor-da-pele, a sedução em plena jovem e recém-brotada orquídea vermelha, tragava seu conquistador sua nau e sua esquadra por inteiros, de uma só vez. Engolia todas as terras que formavam o país distante de seu descobridor e suas máquinas maravilhosas em uma só tragada, um talagaço sísmico, pondo um fim e um termo, uma laje de pedra tumular a todos os habitantes daquela região de Armandaluzia.

Menos ao seu amado: poupara-o, a vida, para transformá-lo definitivamente em habitante solitário da torre medieval, erigida com os seus seios boschianos; levado até lá, pelas próprias mãos da amada. Ou então, se resolvesse por fim, decidir pelo seu total desaparecimento, saberia, aonde fazê-lo, lançando-o, totalmente, dentro de sua fornalha interior que ardia um calabouço de delírios.

Noite inútil elevada à categoria de maldita espera. Amaldiçoada, noite, será entre os cães dos sete portais. A amálgama do tempo lhe aprisionará entre cadentes cadeias. E assim será! Não há mais remédio!

Da parte que silencia significa dizer é que, quanto maior o desejo em se encontrarem, não o terá, jamais. E tanto maior o gozo dos beijos, mais para além de lá estará distante; Maior de tudo, mesmo, foi o egoísmo que, a ambos trouxe somente o mal e assim os fez distante: logo agora, gestando uma vida que não sabia, e lho anunciaria hoje à noitinha, após sua chegada.

"Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me
embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,
faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir
desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada! "

Luís Fernando Veríssimo

à pedido da Vane

Conto sem título de uma história sem importância

Aos 11 anos, mesmo sem conhecer Baudelaire, M. Já havia flertado com as sensações de variados e baratos paraísos artificiais. Sem hipocrisia poética, preferia a fantasia à realidade. Era analfabeto e morava na rua.

O mundo real era impiedoso, duro, faminto...precisava de qualquer alívio imediato para aliviar as dores do corpo e da alma. Transcendia sua mente a muitos lugares, mas o preferido era o jardim florido, onde o sol brilhava sempre e aquecia-o enquanto seus pés enterravam-se maciamente na terra úmida. Ali deitado, passeando os olhos de pupilas dilatadas pela suavidade azul de um céu de poucas nuvens, quase esquecia-se da laje de concreto fria – ao mesmo tempo seu travesseiro e cama- e da brisa gelada do inverno a arrepiar-lhe as canelas.

Desde cedo aprendeu a usar a imaginação fértil. Esta capacidade bem desenvolvida servia como proteção a um mundo insistente em não notar sua existência. As vezes até funcionava bem. Quase podia sentir o sabor dos almoços fartos e caros enquanto observava através dos vidros dos abastados restaurantes da cidade.

Considerava-se sortudo, pois quando cansava de perambular como fantasma pelas ruas e avenidas movimentadas do progressista lugar, tinha um trunfo. A catedral da Igreja era admirada religiosamente devido a sua beleza arquitetônica, cravejada de vitrais e ouro. Impotente e poderosa, como um deus furioso sentado em seu trono eterno pronto para punir. Já que o padre da cidade era seu amigo, deixava-o passar o tempo que quisesse na torre do sino, a mais alta da cidade. De lugares altos como este, podia sussurrar seus sonhos ao pé do ouvido das estrelas. Tinham a ver com comida e abraços quentes. M. gostava mesmo de subir no telhado da torre, pois assim ficava escondido. A amizade com o padre havia ficado estranha desde aquela noite chuvosa quando o sacerdote, com um olhar de lobo, colocou a mão dentro do seu calção. Não ia mais até a entrada da igreja nos dias de missa, percebendo aquele mesmo olhar enquanto ouvia o sermão do lobo para a multidão. Ironicamente ele as chamava de ovelhas de Deus.

Intervalo para o almoço.

Garfo e faca tintilam no prato. A gordura no canto da boca brilha enquanto um suculento e gordo pedaço de carne é devorado com a voracidade de uns cinco leões. O homem desvia um instante o olhar para o jornal ao lado da mesa e lê rapidamente na página do setor policial:
“Menor de rua é encontrado morto no último andar de uma construção abandonada.”

Para alguém que parecia não existir, até que a ocasião da sua morte ganhou algumas linhas na imprensa local. Era o sombrio e único instante de conhecimento do qual M. nem pode gozar. Ninguém jamais soube os motivos do acontecimento. Ninguém jamais procurou saber. Poderia ter morrido congelado, ou brigando por um cobertor velho. Poderia ter morrido de fome, ou simplesmente ter se cansado de imaginar uma outra vida. Na verdade pouco importava. Era assim mesmo, a notícia de sua morte serviria agora como forro para a gaiola de algum pintassilgo. M. não pediria mais esmolas nos semáforos, como uma mancha de sujeira no pára- brisa dos carros. Quem sabe a sensação de limpeza até pudesse melhorar as vendas no comércio.

Naquela tarde, uma fria chuva começou a cair sobre a Cidade Imóvel, tentando inutilmente amolecer as pedras e lubrificar as ruas movimentadas do lugar.

Escrito pela Vanne

E precisa de título?

“O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de tempo – continuou Petrus. – As pessoas mais ocupadas que conheci na minha vida sempre tinham tempo para tudo. As que nada faziam estavam sempre cansadas, não davam conta do pouco trabalho que precisavam realizar, e se queixavam constantemente que o dia era curto demais. Na verdade, elas tinham medo de combater o Bom Combate (lutas pelos nossos sonhos).

“O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são nossas certezas. Porque não queremos olhar a vida como uma grande aventura a ser vivida, passamos a nos julgar sábios, justos e corretos no pouco que pedimos da existência. Olhamos para além das muralhas do nosso dia-dia e ouvimos o ruído de lanças que se quebram, o cheiro de suor e de pólvora, as grandes quedas e os olhares sedentos de conquista dos guerreiros. Mas nunca percebemos a alegria, a imensa Alegria que está no coração de quem está lutando, porque para estes não importa nem a vitória nem a derrota, importa apenas combater o Bom Combate.

Finalmente, o terceiro sintoma da morte de nossos sonhos é a Paz. A vida passa a ser uma tarde de Domingo, sem nos pedir grandes coisas, e sem exigir mais do que queremos dar. Achamos então que estamos maduros, deixamos de lado as fantasias da infância, e conseguimos nossa realização pessoal e profissional. Ficamos surpresos quando alguém de nossa idade diz que quer ainda isto ou aquilo da vida. Mas na verdade, no íntimo de nosso coração, sabemos que o que aconteceu foi que renunciamos à luta por nossos sonhos, a combater o Bom Combate.

[...]

– A única maneira de salvarmos nossos sonhos, é sendo generosos conosco mesmos. Qualquer tentativa de autopunição – por mais sutil que seja, deve ser tratada com rigor. Para saber quando estamos sendo cruéis conosco mesmos, temos que transformar em dor física qualquer tentativa de dor espiritual: como culpa, remorso, indecisão, covardia. Transformando uma dor espiritual em dor física, saberemos o mal que ela pode nos causar. ’’

Só pra consta =)

Trecho do livro “ Diário de um Mago “ de Paulo Coelho.



Quem escreveu: Vanne

**

" Viver de acordo com as expectativas dos outros é suicídio "
Roberto Shinyashiki





só pra constar.
achei tuudo a ver com o Tosco =)


( ps: peço desculpas pela ausência, mas por enquanto ela é inevitável.Espero que compreendam :) )

Escolhas, renuncias - ação e reação

Hoje eu estava aqui, ouvindo música e pensando..e uma dúvida cruel surgiu em minha mente..Por que quando conseguimos algo que a gente quer meeesmo, somos obrigados a abrir mão de muita coisa, algumas das quais tivemos que batalhar muito para conseguir..?
A vida as vezes é meio complicada, por melhor que seja.
Conhecer pessoas novas, novos lugares, novas emoções , mais e mais conhecimentos...tudo isso é muuito bom..o que não é nada legal é ter que abrir mão de estar ao lado das pessoas que te fazem bem...ter que abrir mão de participar de coisas que te dão força, que te reanimam quando tudo parece estar contra ti... ( o CLJ, no meu caso ).
Mas, o melhor que se tem a fazer ainda, é acostumar-se com isso, por que é uma constante. Se 'ganha' de um lado, se 'perde' do outro.
O fato é que, sábia foi a pessoa que disse "Cada escolha é uma renúncia ", e isso é a vida. E é por isso que devemos aproveitar ao máximo as coisas que nos fazem bem e fazer o possível para que a nossa passagem pela vida dos outros seja marcante..marcante mesmo, mas pelo lado bom...
Bom, isso também é relativo. Tudo vai depender do modo como você deseja ser lembrado.
Enfim, uma dúvida que fica sem respostas concretas, por que falar, escrever, é fácil...o difícil é fazer o coração entender.


[ Desde já peço desculpas aos meus colegas Toscos pela minha ausência nos próximos dias. Talvez demore um pouco para mim voltar...mas como diz o Che " Voltaremos e seremos milhões". =) ]
Tosco

do latim * tuscu;

tal como a natureza o produziu.

sem mais, nem menos, apenas livre das máscaras impostas por uma sociedade que tenta padronizar seus componentes a meros seres que vivem apenas dentro das regras, que sempre são em prol dos mais favorecidos.

Ser tosco..?

divertido, interessante³ [...]


vaaleu pelo convite ;)