Palavras, números. E o que mais?

Entre fórmulas, números, vírgulas, leis de físicos idiotas e estúpidos, regras, derivadas e integrais ainda existem palavras. Mas palavras em livros de Física e Matemática são quase desnecessárias. Até porque, os números, fórmulas, gráficos e afins são o que realmente importa.

Mas as palavras são necessárias em qualquer lugar, principalmente em livros(pasmem!), porque no fim de qualquer análise, um livro sempre terá mais palavras do que números, nem que para isso tenhamos que contar a parte editorial que ninguém lê e que só existe para o dono das editoras dizer 'eles me ajudaram a fazer, por isso o nome deles tá bem pequeno num lugar onde ninguém vê'.

Pelo menos o sumário desses livros é útil. É talvez o único sumário lido. Porque ninguém lê o sumário de, por exemplo, aquela merda que o Euclides da Cunha escreveu. E para escrever um sumário são necessárias palavras(quem diria...).

Palavras, esperadas ou não, necessárias ou não, nos lugares certos ou não.

Palavras.

Tão simples quanto números.

Tão importante quanto números.

Números. Estatísticos são desnecessários, cardinais são fundamentais.

Tempo.

Números.

Tempo.

Palavras.

É provável que não haja uma grande relação entre eles, a não ser a das suas próprias escritas.

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