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Carta aberta aos incoerentes

Definir o que não faz muito sentido é complicado. No exemplo que me leva a escrever agora, não há um nome correto para tal atitude, porque comodismo é pouco, algum termo popular agressivo talvez fosse demais, enfim, fica sem uma definição clara.

O que vem à escrita é essa... coisa que muitas pessoas têm de estar onde não deveriam estar. Seja mania, costume, comodismo, interesse ou afim, é bobo. Em certos casos ridículos. Se estão todos em uma festa da bergamota, por que levar um cacho de banana, ô macaco? Me diz, por que?

Um metaleiro não vai em show do restart ou do luan santana. Mentira, vai e com gosto, disfarçado. Claro, guriazinhas carentes não faltam. E a caveira na camisa que ficou no guarda-roupas, os amigos que são verdadeiros metaleiros e estão queimando um poster do Nxzero, como ficarão quando souberem? Dirá que pegou tantas e tantas meninas, mas e a honra, a personalidade, o orgulho de ser alguma coisa, onde fica?

É estranho que eu escreva isso, aqui. Porque não sou eu o radical, que critica a sociedade fútil, patética, bisonha e, claro, vendida e manipulável. Mas o faço porque alguém me inspirou a escrever. Alguns alguéns nos últimos dias.

Pode até não ser nada, ser uma bobagem de quem acredita em bobagens ultrapassadas como 'personalidade própria' e 'caráter'. Que mal tem um metaleiro no show do restart, um intelectual no programa do faustão ou o Luís Fernando Veríssimo com a camisa do Corinthians?

Sério, nenhum mal. Mas pelo amor do grandioso Deus, seja coerente. Os ecléticos que me perdoem mas, essa história de gostar de tudo na música é pretexto para libertinagem. Se você gosta de rock jamais vai gostar de luan santana. Não vem com desculpa que ele canta bem ou isso ou aquilo. Você vai no show pela meninada delirante, com um topete na cabeça para tentar ser parecido com ele. Você volta para a casa, sem ter chegado perto de ninguém, se olha no espelho e pensa 'que idiota'. No próximo show, repete o visual, mudando apenas a cor da camisa. Um parabéns! irônico para você.

Pior exemplo ainda é o fumante que faz campanha anti-tabagismo. Com ou sem hífen. Sério, ou uma coisa ou outra. E o ateu que faz o sinal da cruz e reza quando um familiar está doente? Nessas horas todos passam a acreditar em um Deus que existe agora, mas que não existia em suas vidas. Ou ainda a menina que critica as mais saidinhas, as assanhadas que ficam com muitos meninos e, na sexta-feira coloca a saia mais curta, deixa à mostra um decote de carnaval e vai com as amigas tomar, ou verbo afim, sorvete no meio da multidão, desferindo olhares diretos e ofensivos a todos do sexo oposto. As outras não podem, ela pode. Grande incoerência, Batista!

Companheiro, você se vendeu, se deixou levar pelo que quis fazer, pelo que todos fazem. Um erro que todos cometem não é mais erro. Mentira, tongo. Sendo quem o cometa, um erro será sempre um erro. Mas tudo bem, você não tem personalidade própria. Aceitável, a maioria é assim. Só que, na boa, fica quieto, não fala mais nada. Não se declare à favor de todas as etnias se você faz piadas ofensivas a negros, índios, brancos ou seres humanos de qualquer outra cor.

Porém, a vida é sua. E você tem a liberdade que quer, ou melhor, que lhe dispõem para fazer o que quiser. Seja com coerência ou não, demonstrando sua completa falta de personalidade ou mascarando-a.

Só assim, se não for pedir demais, não chega perto.

Atenciosamente, à direção.

Falta de educação, fumante. Idiota.

Continuando a série implícita 'críticas a motoristas', o que irrita bastante também, além de sonzão sem música é aqueles motoristas, fumantes e que jogam resto de cigarro no chão, nos pés, ou não, de quem está caminhando.

E a probabilidade de você ser atingido por um desses restos de cigarro aumenta se você estiver esperando para atravessar a rua. Com o carro parado ou em movimento, tanto faz, o povo mau educado e idiota abre a janela, estica a mão para fora e pof, joga aquele pedaço de cigarro que cai bem na sua frente.

O que fazer? Polícia, jogar de volta, ir atrás e xingar? Nada disso adianta, até porque o carro está em movimento. Escrever um texto em um blog também não vai conscientizar os motoristas. Bom verbo esse, conscientizar. Mas como colocar na cabeça de um idiota, ou uma idiota, assim que além de sujar o chão, ser falta de respeito e educação com os pedestres, com a natureza ele, ou ela, está bronzeando seus pulmões, degradando a sua saúde e a das pessoas que acaba tendo que respirar a fumaça que aquele toco de cigarro solta enquanto ninguém o apaga.

Será que dar uma surra em uma pessoa dessas ajuda? Acho que não. Mas que elas mereciam, sim, mereciam.


*texto inspirado em uma madame dos infernos, 
fumante e que acertou um toco de cigarro em mim 
enquanto eu esperava a sinaleira ficar vermelha para poder atravessar uma rua.

A verdade, para um todo específico, não existe. Não seja fanático achando que sim

Ou você é PMDB ou é PP. Ou PT, que seja.

Ou você é gaúcho ou é resto do país.

Ou gosta de frio ou de calor.

Grêmio ou Inter.

Heavy metal ou nada.

Cristão, ateu ou muçulmano(quem sabe até judeu).

Trabalhador ou vagabundo.

Branco, negro ou quem sabe índio.

Ou você mora em cidade grande ou é um caipira estúpido.

Extremismo, radicalismo, raio que os partam. E para que? Só para 'poder' xingar alguém, ofender alguém até a humilhação, para querer que a sua 'raça ariana' prevaleça sobre as outras, raças?

O resto nunca serve, nunca presta, bando de idiotas, estúpidos, que não sabem nada, que não fazem nada, que não entendem nada, que não são nada que preste. Qualquer coisa é motivo para chacota, ofensa, humilhação, críticas duras e insensíveis, sinismo e ataques verbais de qualquer outra origem.

Afinal de contas, Hitler fez isso. Os brancos de certa forma fazem isso. Hooligans, Hugo Chávez, Galvão Bueno, qualquer metaleiro(ou que finge ser um), qualquer 'líder' árabe, qualquer estadunidense ou Mao Tsé Tung, plaiboizinho de cidade grande. Qualquer um que limite seu mundo à sua cabeça, aos seus corretos(???) conceitos, às suas verdades (absolutas) deixa de lado uma parte gigantesca do mundo.


Fui almoçar enquanto escrevia o texto. Perdi metade das coisas que iria escrever. Acho que o cachorro comeu.

Sou contra esse radicalismo todo, esse fanatismo. Isso, fanatismo eu não tinha citado aqui. Porque não deixa de ser. É tudo de tal gênero que presta, o resto, de outros gêneros, é isso, é aquilo mas, sendo o que for, não presta, é ruim, é porcaria, enfim.

No fim das contas, faltam olhos, ouvidos e cérebro a muitas pessoas que não querem ver o resto, e não querem ver também, muitas vezes, quem está nesse resto, agindo dessa maneira, depreciando tudo. É fácil idolatrar um radical. Afinal de contas, ele é decidido, é isso, é aquilo.

E é também um grande idiota que julga-se dono de uma verdade que, dificilmente, existe para o todo.

Mente pequena, trabalho medíocre

É visto em qualquer lugar que quem pensa pequeno não consegue grandes feitos. Mesmo que não seja divulgado, o pensamento que visa um crescimento, uma expansão, evolução e maior visão do trabalho, produto, enfim, o que for feito, é necessário para que haja crescimento.

E o jornal da local microrregião, que é vendido em vários municípios(logicamente próximos daqui), parece não querer evoluir, crescer, desenvolver-se. Pensa pequeno, colocando pessoas medíocres como colunistas e abordando assuntos banais, mesmo.

Colocar um fracassado poeta(peludo), que pagou para publicarem um livro e só conseguiu vendê-lo para os amigos, como colunista, é a prova de que algo está errado. Alguém que não sabe escrever coisas boas, mas que acha que sabe, não pode ser colunista de jornal. Textos péssimos, talvez até piores do que as antigas poesias que, felizmente, nunca mais tive o infortúnio de ler.

Ridículo como as coisas acontecem. Não sei como chegou lá, mas uma grande puxação de saco, feita por um visto grande pela-saco é sim, o motivo mais aceitável partindo da análise do desconhecido.

Quem pensa pequeno nunca será grande. E olha que para ser grande nem é preciso muito esforço. É questão de trabalho visando crescimento. E colocar um pela-saco para trabalhar, publicamente, é uma prova de que, pior do que está, não pode ficar.

Aqui está um título

Há algum tempo, quanto mais específico fosse alguma coisa, mais atraente, interessante, indispensável e útil ele era. Então, tudo foi reduzido, especificado, detalhado.

Hoje, acontece o contrário. Busca-se o polivalente, multiuso, o prático, a economia em um só, o tempo em um só.

E por que?

Porque as pessoas nunca estão satisfeitas com coisa alguma. Querem sempre novidades, e novidades, e novidades. Como se a vida fosse feita apenas de novidades. Como se novidades fossem indispensáveis e altamente produtivas.

Então o que é velho não presta mais. O que não é tendência não presta mais. O que está mais acessível não é mais útil. Quem faz realmente a diferença é idiota.

E no fim não há muito mais a ser dito.

Insatisfação inútil, busca boba por novidades sempre. Assim como na música. As pessoas buscam novidades musicais e caem no mundo das drogas, tipo sertanejos universitários, funks de favela, pagodes de corno, e claro, os emos.

Drogas, não só as musicais. Na televisão, no rádio, na internet, a busca pela novidade, geralmente supérflua, desnecessária e patética sempre leva a maioria a seguir uma tendência. O orkut foi assim, twitter, quem sabe facebook nesse ano. Sempre tomados por idiotas que só querem estar lá, escrever merda e tentar gastar seus estoques de cachaça e de camisinhas com alguém.

Colheita feliz, formspring, já ouviram falar né? Então, se você não participa dessas coisas, você faz parte da minoria, como eu.

Não vai demorar muito a tudo isso cair banalmente como algo ultrapassado. Isso acontecerá quando uma nova tendência patética surgir para ocupar o tempo de desocupados e bobos seres de uma sociedade cada vez mais carente de personalidades definidas, e únicas.

Coisas surgem, coisas somem e, mesmo que sem leitor algum, continuarei aqui, ali e acolá, escrevendo em blogs, mesmo que eles sejam definitivamente coisa do passado.

Passado? Bruxas eram coisa do passado, e o afeminado harry potter tornou modinha novamente. Vampiros? Não existem. Então por que uma legião de meninas histéricas e... bobas(pra não dizer outra coisa) ficam aos berros discutindo com pessoas como eu, dizendo que Crepúsculo é o melhor filme da história.

O passado volta, com novidades, ou não.

E o que importa?

Cada um sabe o que importa, mesmo.Ou não.

Vamos à mais uma ironização, satirização, ou seja lá o que isso for.

(quem avisa amigo é: a letra a seguir pode estragar a sua mente, o seu dia, a sua vida, leia apenas se tiver coragem)

Ainda existe amor em nós - Sorriso Maroto


Nós estamos separados, mas nos prometemos respeito - começou bem, longe da amada, com promessas e tudo... vai ser difícil...
Você não procura um namorado e eu farei do mesmo jeito -
o que, em termos de sociedade já não muda nada se você procurasse um namorado, já que o homossexualismo está em alta
No fundo é que bem no fundo ainda existe amor em nós. -
isso é poético, não acham? No fundo é que bem no fundo, cara, que poeta contemporâneo genial, aqui em Frederico tem um poeteiro que iguala ele.


Amor, estamos chateados pedimos tempo como cura - se eu escrevesse uma frase dessas em uma redação, a professora me dava uma surra daquelas...
Nessa nossa indecisão, nesse jogo de quem procura.. -
começou com promessa, agora é jogo... eu ein, o cara tá desesperado...
No fundo é que bem no fundo ainda existe orgulho em nós. -
ãhn... a ta, antes era amor. Orgulho ela deve ter mesmo... orgulho de ter se livrado de um bagulho que nem você, mala.


Quando o vidro embaçar, e você vier pra me abraçar.. - ai ai ai ai ai. Terrível. Rimas como essa doem os ouvidos mesmo que estejamos apenas lendo isso.
Quando o sol se esconder, vê se você para pra entender.. -
se ele dissesse 'quando o sol se pôr', com o que ele poderia rimar, ein? Alguma sugestão?
Que eu fui e sempre serei um bobo apaixonado. -
aaaaah, não para no apaixonado não, porque desesperado rima com aquilo. E, bobo? Tá mais para besta mesmo


Nós estamos separados, mas nos prometemos respeito - é sério que vai começar tudo de novo? Ôoooo saco.
Você não procura um namorado e eu farei do mesmo jeito -
não cara, descumpre a promessa, assume a bichisse e arruma um namorado que te dê um jeito
No fundo é que bem no fundo ainda existe amor em nós.. -
é tão fundo que se você entrar nesse buraco vai parar lá na Austrália...


Amor, estamos chateados pedimos tempo como cura - ela pediu tempo para curar desse porre que era você... e tá cada vez mais difícil não xingar esse animal
Nessa nossa indecisão, nesse jogo de quem procura.. -
'quem procura acha' cantou o TNT, mas acho que, ela, ele não vai achar.
No fundo é que bem no fundo ainda existe orgulho em nós. -
orgulho de novo. Podia ter colocado outra coisa né?! Sabe, nem que fosse só para eu comentar algo diferente aqui


Quando o vidro embaçar, e você vier pra me abraçar.. - É sério, essa rima é de doer. Alguém consegue pensar em uma razão para o vidro embaçar, nesse caso?
Quando o sol se esconder, vê se você para pra entender.. -
ela vai parar para entender o teu lado gay já citado antes... fica tranquilo cara...
Que eu fui e sempre serei um bobo apaixonado. -
tá, repetiu o refrão, acabou a música, certo? Não, errado.


A nossa história de dar um tempo.. custou caro, fez doer - O cara tá sofrendo, coitadinho dele... mas duvido que ela esteja sofrendo como ele pensa.
Corremos risco de outro alguém aparecer... -
tomara que ela tenha essa felicidade porque duvido que duas pessoas cometam o mesmo erro de 'aparecer' na tua vida.
Mas o amor que a gente sente há de prevalecer! -
ou não.


Quando o vidro embaçar, e você vier pra me abraçar.. - e lá vamos nós de novo com esse atentado à mente sã.
Quando o sol se esconder, vê se você para pra entender.. -
é nessa hora que o volume da música começa a diminuir né?!
Que eu fui e sempre serei um bobo apaixonado.. Por você. -
Aaaaah ta, que bom que tem um você especificado nessa droga, achei que você tivesse cantando para o vento.


*obrigado ao Letras.mus pela ajuda indireta
**se alguém tiver sugestão de música, deixe nos comentários

É, vou ironizar outra tentativa fracassada de música


Você Não Sabe o Que É Amor (Luan Santana)

Não use mais o plural, -isso aí, incentive o 'nós vai', o 'a gente fomos' e o 'eles é gente boa'
Não fale de nós dois como se tudo ainda fosse igual -
correto, nunca deixe alguém falar por você
Não tente se desculpar, -
isso aí, eu não aceito nada que você diga
Você não tem moral pra me dizer que sabe o que é amar -
e você tem muita moral cantando uma merda dessas...
Te juro, nunca mais -
ai ai ai, ele está brabinho...
Nunca mais vou me entregar -
não se entregue mesmo, podem fazer coisas que você não quer


Pode ir, tudo bem - diz pra ir mas quer que fique, você é fraco demais para enganar alguém...
Você não sabe o que é gostar de alguém -
e você sabe?
Pode ir, tô legal -
aham, cantando uma coisa depressiva dessas você tá bem legal mesmo...
E o que eu sofri espero que não sofra igual -
aham, espera sim, você está torcendo para que ela quebre a cara também
Fiquei mal mas passou -
sei... passou tanto quanto essa música, que, infelizmente, a récem está no começo
Você não sabe o que é amor -
não sabe... não sabe... o que será que está passando na band agora?


Não fale mais do futuro - e vem aquela história do 'o importante é viver o hoje?'
Não fique ai pensando que eu giro em torno do seu mundo -
se não fosse assim essa música não existiria, então seguimos em frente
Não vamos mais se enganar -
alguém pode me dizer se esse pronome reflexivo está no lugar certo mesmo?
Tem marcas nessa vida que o tempo não vai apagar -
e a fossa continua sendo cavada...
Eu te juro, nunca mais, nunca mais vo me entregar - mas para quem você quer entregar-se? Dependendo de quem, cuide-se...

Pode ir, tudo bem - e continua...
Você não sabe o que é gostar de alguém -
começo a achar que é uma atualização daqueles sertanejos de corno?
Pode ir, tô legal -
lendo essa porcaria, eu também...
E o que eu sofri espero que nao sofra igual -
diz logo que você quer que ela morra
Fiquei mal mas passou - sei que passou, todos sabemos, sempre passa...
Você não sabe o que é amor... - eu até falaria sobre amor mas... não quero estragar a ideia nessa ... não sei mais qual adjetivo ainda não usei

"Olhando em meu olhar você vai perceber que não há mais tempo pra nós dois - hum, parte nova... e é só no teu olhar que pode ser percebido? A fossa só aumenta...
Eu te amei do jeito mais profundo que alguém pode amar outra pessoa -
depois que passou muito dizem isso, mas alguém tem um aparelho para medir essa profundidade?
Mas eu desisto de você - é mesmo? Então essa droga acabou?!
Acabou! acabou..." -
Acabou, é tetraaaa! é tetraaaaa!


Pode ir -  mas não tinha acabado?
Tudo bem você não sabe o que é gostar de alguém -
que droga, ainda tem mais uma rodada de bobagem
Pode ir tô legal -
que nem o domingo do Gugu
E o que eu sofri espero que nao sofra igual -
sugestão do que colocar aqui, alguém tem?
Fiquei mal mas passou
- pensar em 10 ironizações para a mesma frase é dose
Você não sabe o que é amor - 'é o amoooooooor, que mexe com a minha cabeça e me deixa assim...' viran, é parecido sim com sertanejo melódico de corno

Pode ir, tudo bem - ainda não cansou de dizer isso?
você não sabe o que é gostar de alguém -
depois você não entende porque ela te largou, asno


Pode ir, tô legal - da próxima vez eu vou colocar apenas 'repete refrão' para que essas porcarias não se repitam tanto
E o que eu sofri espero que nao sofra igual -
e a dor de cotovelo continua...
Fiquei mal mas passou -
parece que a fossa acabou, que ele melhorou? Não, não parece
Você não sabe o que é amor... -
ôoooo saco


Você não sabe o que é amor... - algum de vocês encaixa-se nisso?
Você não sabe o que é amor....
- tanto faz, acabou. Ainda bem, porque comecei a passar mal aqui


Créditos indiretos para o Letras.mus.br

Conformar-se com pouco, perdedor ou não?

Pensando mais na frase que escrevi no meu blog, esses dias, e lendo os comentários lá escritos e pensando ainda mais por causa disso, decidi trazer para o pessoal do tosco essa mesma indagação, mesmo que eu tenha quase a certeza que nenhum dos membros do blog haverá de ler o meu texto ou mesmo comentá-lo.

"É como ganhar uma bala como prêmio de consolação por não ter conseguido o bombom."

Em alguns dias eu aceitaria a bala. Em tantos outros, talvez na maioria, pelo inconformismo que se mistura com o sangue que corre nas minhas veias, eu chamaria quem aceita a bala de perdedor, de completo perdedor. Chamaria a mim mesmo, por um passado não muito distante.

Não pela falta de luta, ou mesmo pela falta de escolha. Resignação. Que eu não estou a fim de torná-la parte da minha vida novamente. Cansei de prêmios de consolação, palavras fracas e meramente políticas, mesmo que com boas intenções. Cansei de tentar e não perceber qualquer tentativa ao meu redor, à minha frente. Cansei de atitudes que tinha, de pensamentos que tinha. Ficar com algo diferente do que se deseja é melhor do que perder tudo. Começo a ter certeza de que serei um perdedor ainda maior se continuar com esse resto de pensamento na minha mente, e com esse resto de sentimento onde quer que esteja o meu coração.

Quando for para parar de tentar, de lutar, será para parar tudo, deixar ao longe, apenas como uma lembrança de luta, mesmo que fracassada, passada.

Passado.

Eu não tinha nada para fazer, então ironizei uma letra de """música"""

Espero a Minha Vez(Nx0) - (a coisa começa ruim mas, acho que vais esperar sentado)

Se o medo e a cobrança, tiram minha esperança,  (hum... além de cagão é imediatista e não sabe trabalhar sob pressão, tá fraco você ein...)
Tento me lembrar, de tudo que vivi, (pois é, só que aí entra o fato de que nem tudo que se tenta se consegue, então, ferrou pra ti)
E o que tem por dentro, ninguém pode roubar. (vai dizer isso pra xebaiada do rio. Aqueles pivetes roubam até a tua alma se tu bobeares...)

Descanso agora, pois os dias ruins, todo mundo tem, (descansar depois de um dia ruim? Eu achava que emo ia é chorar de pois de um 'dia ruim')
Já jurei pra mim, não desanimar.(isso aí, não desanima senão tu choras)
E não ter mais pressa, pois sei que o mundo vai girar, (sim sim, o mundo vai girar. Isso se chama movimento de rotação e acontece todos os dias, todas as horas, todos os minutos...)
O mundo vai girar, eu espero a minha vez. (novamente falando em mundo girar. Começa  ficar chata essa porcaria)

O suor e o cansaço fazem parte dos meus passos, (cansaço com passos deveria rimar, não deveria?)
O que nunca esqueci é de onde vim, (sim sim, nem bêbados esquecem de onde vieram)
E o que tem por dentro, ninguém pode roubar. (pra não ficar repetitiva a ironia, te digo que tudo depende. As pessoas matam outras pra roubarem seus órgãos. Podem(e deveriam) fazer o mesmo contigo)

Descanso agora, pois os dias ruins, todo mundo tem, (eu já não li isso antes?)
Já jurei pra mim, não desanimar. (ah é, isso já foi 'cantado')
E não ter mais pressa, eu sei que o mundo vai girar, (o mundo gira e bota tudo no lugar... ah ta, desculpa, essa é outra música)
O mundo vai girar, e eu espero a minha vez. (tá, mas não tem mais graça comentar a rotação do planeta Terra)

E eu não to aqui pra dizer o que é certo e errado, (ainda bem, imagina se dizes o que está errado... precisaria de outra música)
Ninguém tá aqui pra viver em vão. (aí chegamos no ponto crucial, deve ser esse o ápice dessa tentativa frustrada de música, preparemo-nos porque agora vem a grande frase da música)
Então é bom valer a pena, então é pra valer a pena, ou melhor não. (ãh? Ele diz que é bom, depois diz que melhor não. Além de idiota é indeciso. Decida-se logo, a música tá acabando)

Os dias ruins todo mundo tem, (mas denovo essa porcaria)
Já jurei pra mim, não desanimar (quem desanimou fui eu)
E não ter mais pressa, pois sei que o mundo vai girar, (é... não tenha pressa, assim como eu não tive para ler essa tua porcaria)
O mundo vai girar, e eu espero a minha vez.(isso, espera sentado tá. Só não chora se a tua vez não chegar.)


*Agradecimento ao Letras.terra.br que me forneceu(mesmo sem saber) essa porcaria

É só mais uma crítica. E é fato que não estou com a mínima vontade de escrever. Mas enfim...

O mundo vai acabar em 2012 dizem os que acreditam em teorias maias mal compreendidas, pessoas fanáticas por mídia e dinheiro, autores de livros e filmes que não fazem a mínima ideia do que estão recriando apenas para ganhar dinheiro. Convenhamos, o povo é burro. Não digo todo o povo. Digo o povo, aquela grande quantidade de gente que apenas trabalha e volta pra casa e come e dorme. Aquele povo que só não é mecânico porque vai no vaso sanitário e ao invés de limpar suja-o mais ainda.

Teorias de fim do mundo são uma especialidade das pessoas filhas-das-prostitutas inteligentes egocêntricas, que sempre querem que a atenção do mundo venha para si. Quanta gente não ganhou coisas de graça apenas para arrendar um lugar no céu para os iditas analfabetos seres humanos da classe 'povo'(já citada aqui)? Quantos não ficaram ricos menos pobres às custas de analfabetos(ou nem tanto) estúpidos que venderam tudo a preço de banana(ou de bala de funcho) por acharem que o mundo acabaria em 2000, ou em qualquer ano previsto patéticamente por outras pessoas igualmente egocêntricas anos e anos antes.

Talvez o mundo acabe mesmo e eu morda a minha língua. Peraí, se isso acontecer, eu não estarei aqui para morder a língua. Então vou criticar essa bobagem toda de uma vez. E com gosto. Sério, o mundo vai acabar por isso ou por aquilo. Sinceramente, o mundo já acabou para mim. O ser humano conseguiu superar todos(até agora) os limites da podridão, da excreção e dos poços de esterco animal. Foi mais fundo do que aquelas plataformas petrolíferas. O ser humano acabou consigo mesmo. O povo acabou consigo mesmo.

Destruíram todos os valores e não os substituiram, pois acharam ser possível viver sem eles. Vêem agora seus filhos, irmãos e amigos, assim como eles, o povo inteiro, nas drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas. Morrem por doenças que poderiam ter cura se seus filhos não fossem drogados e estivessem gastando o dinheiro, que eles conquistaram de alguma maneira(o lícito aqui não será discutido), com uma faculdade de medicina ou de biologia. Ou qualquer faculdade que ensinasse-lhes algo.

Se bem que não adianta ensinar. Com pais tão covardes e omissos, não haveria incentivo à coragem pela busca, pelo explorar novos caminhos. Assim, os novos repetem os velhos. E o povo continua andando mais sem necessidade alguma no caminho patético das ovelhas de antigamente.

Sério, o mundo já acabou, figurativamente. Se em 2012 essa porcaria de previsão se confirma, não sentirei falta de tudo isso. Só espero estar em um lugar acima de onde estou hoje, e não abaixo.

Por fim, mais uma crítica. Não consigo pensar em nada que não seja crítica. Ao mundo, ao político de topete ou ao professor vindo do lugar onde não quero visitar nunca.

Perdi a linha. Então encerro o texto.

Eu não faço parte dessa geração, um desabafo profundo e radical

Não sei se a culpa é dos adultos, da televisão, da história da humanidade, dos professores de Física vindos do inferno ou das modelos esqueléticas. Não sei de quem é a culpa pela influência, pela apresentação e pelo recrutamento, por assim dizer, de tudo aquilo que hoje é assim. Tendências seguidas excessivamente. Exemplos patéticos e péssimos do que não de deve fazer. Mas que são feitos como se fossem recomendações médicas obrigatórias.

É sério, eu já disse. Não me incluam nessa geração. Eu não faço parte dela. Não faço parte das estatísticas. Esqueçam. Não contem comigo. Para nada. Não faço parte dessa geração que alguém transformou, o que se transformou por si só, na pior geração da história.

Sério, usando um radicalismo típico da raiva, quero que vocês, jovens que fazem parte dessa geração morram. E não faltam meios para isso. Vocês tem todo o mundo a seu favor. Usem-no para que possamos tapar logo essa cratera imensa que vocês fizeram na sociedade, e no mundo. Não sei quem começou,  por que vocês fizeram ou são assim, mas eu quero que isso acabe logo. Morram.

Entupam vossos corpos de bebida alcoólica. As opções são muitas: cerveja, cachaça, vodka, rum, enfim, qualquer coisa. Bebam álcool etílico, gasolina, qualquer coisa. Mas entupam vossas veias com isso. Percam todo o sangue e coloquem no lugar dele álcool. Morram. Coma alcoólico ou em uma batida de carro. Dirijam bêbados sem medo, não é perigoso para vocês, onipotentes jovens dessa geração. Morram. Batam os seus carros e, se possível, levem alguém com vocês. Batam em outro carro cheio de jovens como vocês. Vomitem seus intestinos se não quiserem sair de casa. O intestino e tudo o que estiver por perto. Vocês não precisam disso, afinal, são jovens poderosos e inteligentes.

Destruam vossos pulmões e cérebro. Cérebro? Suponhamos que todos vocês tenham isso mesmo. Destruam-nos. Maconha, cigarro, cocaína. Até aquele crack deve servir. Qualquer coisa. Do mais barato ao mais caro. Das coisas de pobre às de rico. Da seringa infectada com AIDS ao ecstasy. Qualquer coisa. Fumem, cheirem, injetem, coloquem nos ouvidos e embaixo das unhas. Todas as drogas possíveis. Mas morram. De qualquer jeito. Briguem para conseguir isso, peguem tudo o que tiver em vossas casas e vendam por preços irrisórios para comprar drogas. Briguem com os traficantes. Comprem armas e tentem matá-los. Morram. De qualquer jeito. Por qualquer droga. Literalmente.

Morram pelo prazer. Façam sexo com prostitutas, travestis ou com a mistura dos dois. Não usem preservativos. AIDS, sífilis, qualquer coisa que os leve à morte. Mas vocês vão morrer com prazer, certo? Então estará bom para vocês. Prazeres da vida. Aproveitem eles e morram. Infectem o máximo de jovens como vocês. Embebedem alguns se for preciso para facilitar a tarefa. Dois contra um vale também. O importante é transmitir doenças, propagar o prazer e encaminhar todos os jovens semelhantes a vocês à morte.

Vocês não precisam de estudos. Não precisam tentar aprender alguma coisa. Vocês sabem tudo. Sabem mais do que os professores, por isso não precisam prestar atenção na aula e também por isso xingam os professores e arruinam com as vidas deles. Vocês sabem tudo. Como viver, o que viver, para que viver. Então vivam. Mas vivam muito em pouco tempo. Não demorem muito a morrer.

O mundo não precisa de vocês. Já temos pessoas demais no mundo. Vocês, jovens que fazem parte da pior geração da história, não precisam viver. Morram logo. Aproveitem a vida como se fossem morre amanhã. E morram amanhã mesmo. Quanto antes morrerem, antes nós, seres humanos que não fazemos parte da geração de vocês, poderemos começar a reconstruir todo castelo de valores que vocês destruíram. E destruíram por simples egoísmo.

Ganharam o livre-arbítrio e o usaram da pior maneira possível. Então encurtem esse período de existência, morram logo. Com bebidas, drogas, doenças, qualquer coisa. Vão à luta com armas, e matem-se uns aos outros. Tiros no meio da testa. Ou no coração. Mas sem volta. Matem sem dó nem piedade. E morram. Maldita geração. Malditos são vocês, que só buscam prazeres fúteis e desnecessários. Não sei quem levou vocês a isso. Não sei se vocês escolheram isso por gosto. Não sei se escolheram porque os amigos escolheram antes. Não sei.

O que importa é que eu não sou como vocês. Que muitos não são como vocês. Vocês não farão falta alguma. O mundo, a sociedade e todos aqueles ditos cidadãos de bem. Nenhum deles vai sentir falta de vocês. Morram logo. Acabem com toda essa droga de uma vez.

O mundo não precisa de vocês. A sociedade não precisa de vocês. Por que insistem em continuar a estragar tudo isso?



(há vários asteriscos indicadores de exceções possíveis de colocação no texto, mas considerem que todos eles estão aqui, entre parênteses. Não há nomes ou especificações. Há apenas uma geração perdida. Cada um deve saber ou achar quem faz parte dela)

De volta à raiva, só para relembrar os velhos(mesmo que não tão bons) tempos

Já que o Miguel disse que meu último texto foi literário, agora vou escrever algo que nada terá de literário. Não para provocá-lo, mas sim porque nunca gostei de literatura.

Há muito tempo atrás, quando comecei a escrever(e comecei direto no Blog do Maluco), ocasionalmente, isso é, uma vez por semana, ou menos, eu escrevia um texto raivoso. Irritado. Um desbafo. Eu era alguém muito irritado. Que escondia de todos e descontava no teclado. E o principal alvo da minha raiva, da minha quase raiva mortal, eram as patricinhas.

Grupo de meninas que seguem tendências da modam, gastam o dinheiro dos pais sem escrúpulos, falam gírias em inglês para deixar coitadões(como era eu, eu acho, nesse caso) boiando, falam mal de todos e de todas, ignoram, esnobam, acham-se o centro do mundo. Tá, não preciso mais descrever essas pessoas.

Mas o tempo foi passando e, até por perder o contato com esse grupo de pessoas, parei de escrever textos raivosos contra elas. Parei de xingá-las. E até nem tenho mais raiva delas. Tenho pena. Coitadas são elas.

O caso é que, analisando conceitos básicos da minha cabeça, percebi que, como sou diferente, e por isso sou completamente a favor das diferenças, não posso xingar patricinhas, ou plaiboizinhos, por serem assim. Então? Aí entra a questão e o verdadeiro motivo da raiva. As atitudes.

Começado pela merda do egocentrismo. Imagine se o mundo girasse mesmo em torno de cada patricinha(coloquem a versão masculina e arrumem a frase para não dizer que tenho raiva apenas da versão feminina das pessoas que nem saíram das fraldas e já julgam-se gente). Imagine a quantidade de colisões. O choque entre dois mundos acabaria com o mundo, que no caso seria um só para duas pessoas. Entenderam? Tá. Deixa pra lá.

Agora, além do egocetrismo, a arrogância, prepotência. Julgam-se melhores porque pagam 500 reais por uma bolsa que custa, num exagero máximo, 100 reais. E são melhores, segundo as mesmas. Depois elas não entendem quando são assaltadas, embora ladrões não conheçam porcaria nenhuma de bolsas. Assim como eu.

Atitudes atitudes... esnobar para serem assunto. Para o bem ou para o mal. Elas são superiores, ou seja, críticas não as afetam. Até elas chegarem em casa, trancarem-se no banheiro e limparem o rosto borrado pelos 700 gramos de maquiagem que as lágrimas fizeram sair do lugar. E limparem com água do vaso, se começarem a se desesperar no chão, perto do vaso.

Sendo irônico, ironia. Que merda também viu. Ironia é uma figura de linguagem, muito útil e proveitosa. Mas elas exageram. São irônicas durante a maior parte do tempo, que para elas não vale ouro, mas sim alguma compra no shopping. E por serem quase sempre irônicas, ninguém sabe se é ironia, se é mentira ou se é... bom, elas só falam a verdade quando transcrevem o trecho de algum jornal.

E é isso. Em todo lugar, todo o tempo, com todas as pessoas, principalmente se forem outras patricinhas. Porque elas só são amigas quando se trata de xingar algum texto crítico e sincero. Como esse.

Atitudes de patricinhas. Esqueci alguma? Se sim, volto aqui e escrevo mais um texto. Por ora era só.


*esse texto não é uma indireta como pode parecer(até porque, quem deveria ler, não vai ler), mas conteve muita ironia. Memórias de um passado já distante, misturadas com atitudes vistas no twitter e no orkut instigaram tudo isso. E foi bom relembrar os momentos raivosos contra pessoas que, felizmente, não vejo mais, e posso dizer que, há anos.

Sobre as férias prolongadas

Uma das maiores bobagens dos últimos tempos. Como se fosse adiantar muita coisa.

Quem determinou esse "prolongamento" das férias deve ser um filho da mãe, como se todo mundo com duas semanas a mais de férias, ia ficar em casa o dia todo fechado, sem sair pra uma festa, pra jogar bola, pra ir no shopping, cinema, namorar, rir com os amigos...

Foi uma enorme bobagem. A mídia assustou as pessoas, e aquelas que acreditam em tudo que a televisão diz, agora estão apavoradas.

33 milhões de pessoas tem aids no mundo e ninguém usa camisinha, mas agora 70 mil casos de gripe A (creio eu) e todo mundo quer usar máscara( que não adianta nada!), abrir todas as janelas do ônibus e da sala aonde tu estiver( de acordo com a minha professora de história, não adianta abrir todas as janelas), evitar cumprimentar as pessoas...

Mas essas férias a mais acabou prejudicando bastante os estudantes, as aulas vão até dia 30 de dezembro, com aulas em sábados e feriados. Eu faço curso de inglês no sábado e não posso ir. Mas não vim aqui pra falar de mim e sim dos que estão no terceiro ano e que tem vestibular e enem pela frente. Tem alguns sábado que os caras do terceiro ano na minha escola vão ter que ir pra Ulbra estudar pro enem. Os professores agora vão passar 200 exercícios, pra compensar, e ser mais rígidos ainda. Ou seja, agora é estudar e estudar !

Quem sai lucrando com isso tudo?

Os caras das farmácias que vão vender bastante para os idiotas apavorados.

O Sarney que ainda não saiu do senado.

A Yeda que saiu de férias...

E pensar que no Afeganistão ou no Egito, mandaram matar todos os porcos...

ps. Quem gosta de pegar recuperações, como eu, vai ver os outros indo pra praia e tu pro colégio. It's great !

Histórias do ViNícULa - Claro, como se isso fosse verdade

Ele abriu o programa de conversas. Tipo um msn, google talk ou algo do tipo. Olhou sua imensa lista de contatos. Muitos amigos. Muitas amigas. Muitas gurias bonitas para ter conversas cheias de malícia e duplo sentido. Muita gente para xingar e depois bloquear. Muita gente para marcar encontro, de qualquer espécie.

Mas nada daquilo lhe parecia agradável. Resolveu ter uma conversa normal. Depois de um 'oi' simples, leu o que não esperava ler. "Estou com saudades" disse a pessoa. Guria.

Fazia tempo que não conversavam. Mais tempo ainda que não se encontravam pessoalmente. Ele, várias e várias vezes, mandou emails, mensagens, coisas do tipo e ela respondia com simples "obrigado", sem ao menos responder as perguntas quanto ao seu estado, físico, emocional e psicológico. Ela o ignorava e agora dizia que estava com saudade.

Ridículo.

Ele teria bons argumentos para xingá-la. Jogar tudo na cara. As mensagens não respondidas, ou melhor(não seria pior?), respondidas com indiferença. Como quem diz "tá, e daí?! que você me mandou uma mensagem e importa-se comigo". Mas ele não teve vontade de dizer aquilo. Então foi hipócrita, como tantas vezes foi obrigado, por uma sociedade patética, a ser no seu dia-a-dia.

Disse que estava com saudades também e que não via a hora de reencontrá-la. Tudo mentira. Ela disse o mesmo. A conversa durou mais alguns minutos. Com as mesmas perguntas hipócritas de sempre. Perguntas hipócritas que vem sempre com substantivos ou adjetivos hipócritas. Porque a hipocrisia nunca vem sozinha.

Alguns minutos e mais nada. E nunca mais voltaram a conversar. Ele porque não conseguia esquecer daquele "estou com saudades". Ela, porque não conseguia lembrar quem era ele.

Certo ou errado? Os mistérios do twitter

Depois de algum tempo, como 'presidente' antenado nas novas tecnologias, decidi que o Tosco poderia ter um perfil no Twitter, a nova (quase velha) mania da internet. O @tosco_tosco surgiu, sem muita perspectiva e hoje, mesmo ainda sem perspectiva alguma, conseguiu chegar onde queríamos que ele chegasse. Hoje eu posso dizer que o nosso twitter, o @tosco_tosco tem algum conteúdo, mas isso vai melhorar.

Assim como blogs, a finalidade de um twitter varia de pessoa para pessoa, de cabeça para cabeça, de ego para ego. O meu ego, ou melhor, o nosso ego, assim como ocorre no blog, nunca foi fazer dinheiro, ter fama ou receber muitos comentários. Poderia ser assim, se fizéssemos como tantos outros que comentam em outros blogs apenas com um "oi, comenta meu blog", sem ter lido o texto, olhado o layout ou ao menos ler o nome do blog. Mas não queremos que seja assim.

Odiamos hipocrisia. Odiamos a nossa sociedade hipócrita. Não gostamos da maioria das pessoas que, levada por instintos pessoais, apenas para satisfazer seu podre e imundo 'eu', querem ser vistas sempre, querem ser o centro das atenções, mesmo que, na maioria absoluta dos casos, não tenham nada de bom, útil ou mesmo com algum sentido, para mostrar, ao mundo ou aos blogueiros e, agora, twitteiros.

De que adianta recomendar muitos, seguir muitos para ser seguido(e depois deixar de seguir), escrever coisas do tipo "me recomende que eu te recomendo". De que adianta? Para que fazer isso? É um mistério. Para que alimentar o ego, ser visto se você não mostra nada? Se você não tem de fato algo para mostrar. De que adianta querer ser seguido se você não escreve nada útil, inteligente ou mesmo engraçado? De que adianta?

Fazer isso não leva a nada. Nem inflamar ego isso deve ser capaz de inflamar. Ah, tenho 5000 seguidores no twitter. E daí?

Outra coisa, escrever coisa atrás de coisa. Colocar letras inteiras de música. Copiar frases de outros. Só isso. Só cópia. Só bobagem. Só chateação pra quem segue. Só fanatismo, ignorância, tolices e, geralmente, coisas sem nexo, fundamento ou graça.

Pra que? Para dizer que tem mais de 10000 tweets? O que você ganha com isso? Porcaria nenhuma. Nem o Obama, com seus milhões de seguidores, nem o Huck, que dá prêmio pra quem segue ele, nem ninguém. Blogs ainda podem ser rentáveis. O twitter, pelo menos por enquanto, não é. E não me venham com links no twitter porque são raros que leem.

Esqueçam essa história de modinha. Só porque todo mundo tá lá eu vou pra lá também. Esqueçam. Não poluam o twitter assim como fizeram com os blogs e, há algum tempo, com o orkut. Não estraguem a diversão de quem gosta do que faz. Do que escreve. E gosta de ler o que os outros podem escrever num curto espaço de caracteres.

Deixem-nos, nós, verdadeiros usuários do Twitter, em paz.

Parem de estragar o que ainda nos parece interessante.

E chega.

Trotes e enganos

Hoje eu saia de casa super atrasado, como de costume, e quando cheguei no portão, tocou o telefone. Corri pra atender pensando que era minha mãe ou o cara que ficou de arrumar o portão, mas não, era trote. E uma das piadas mais idiotas que existem(tem um carro branco gelo ai em frente? Ah ta, é porque ele já congelou então). Fim de tudo: Cheguei tarde no jogo.

Eu acho que a maioria das pessoas, já atendeu o telefone e era engano. Até ai tudo bem né, mas se tu acabou se machucando antes disso. Cito eu como exemplo: Eu tinha uns 10 anos por ai e o telefone tocou. A mãe pediu pra mim ir atender e eu fui, correndo. Quando fui entrar na porta, bati com o meu dedo do pé menor ou "minguinho" no canto da porta. Cheguei a ver estrelas de tanta dor, mas mesmo assim peguei o telefone e atendi. Queria falar com o Pedro e aqui em casa não tem pedro nenhum. Acho que até hoje ainda sinto dor no dedo por causa daquele maldito dia.

Errar é humano sim, mas... Tem situações que esse "ditado" que vá pra puta que pariu mesmo.

E quem nunca caiu naquelas piadas como aquela do início do texto? Ou a famosa, que até eu usei uma vez, "trabalha com roupa? Não? Ah, então trabalha pelada".

Todo mundo quando foi criança já deve ter ligado pra alguém e desligado ou com piadas. Eu já fiz isso uma vez também, mas foi de raiva porque o vizinho filho da mãe não quis devolver a minha bola e quando devolveu, devolveu furada.

ps. Não cai no trote, porque já conhecia a "piada"

Fobias da humanidade, a saga (11)

O mundo promete e não cumpre. O Tosco promete e posta! Voltamos com a mais Tosca estupofóbica saga que algum blog já produziu. Porque afinal de contas, um blog como o Tosco, com o Twitter que tem, precisa de coisas idiotas. Coisas Toscas. Coisas estupofóbicas. Vamos à prova de que cultura inútil, pode ser inútil, mas pelo menos é engraçado.


ISOLOFOBIA

Raciocinando, por raciocínio lógico, essa porcaria ser fobia do ISO 9000, 9001, 9002 ou qualquer 9000 que exista. Mas tem um 'lo' no meio que não permite que seja isso. Enfim, pessoas que 'sofrem' com essa fobia são pessoas carentes que, ou fazem-se de coitadinhas para ganhar afagos ou são coitadas mesmo, que precisam de afagos. Geralmente quem precisa não ganha, e quem tem, tem até demais. Mundo injusto. Porque... bom, não vem ao caso discutir isso agora. Sim, ISOLOFOBIA é medo de ficar isolado, sozinho, sem ninguém para(pelo menos) dizer "para de se fazer de coitadinho seu idiota".



MELANOFOBIA


A princípio, parece ser medo de melanina, aquela coisa que 'dá' cor a cabelos, pele e afins, nos mamíferos. Ou só no ser humano, tanto faz. Mas não, não é medo de melanina porque, a menos que a pessoa com essa fobia tivesse uma doença que não lhe permitisse produzir melanina, ela teria que ficar toda doidona, paranóica e com todos os outros 'sintomas' que um fobiado(que tem fobia) tem quando está perto da sua fobia, ou afim. Mas essa fobia deve impedir que as pessoas que a possuem andem nas ruas, assistam seriados americanos, show's de rap, funk e pagode, novelas da globo, jogos de futebol, enfim, quase tudo. Melanofobia é medo da cor preta. E aqui não será tolerado comentário racista, caramba.



Para... PARASQUAVEDEQUATRIOFOBIA

Caramba, em todas essas porcarias de parte dessa saga tosca, nunca tinha visto eu um nome tão do caramba para ser escrito. E essa é uma coisa que não dá indícios de nada. Ou de tudo. Porque o para pode ser para quedas, o qua pode ser do 'quack' dos patos, o vede pode ser de ver, o quatri pode ser do número quatro e por aí vai. Mas não é nada disso. O nome não tem nada a ver com a fobia. Vão pro caramba, não o cara que criou, mas o cara que traduziu esse nome. Esse palavrão deveria ser fobia de palavras feias, como essa. Mas, quem tem essa fobia, passa mal e deve, se pode, dormir o dia inteiro, umas 2 ou 3 vezes por ano. Mais ou menos. Porque afinal, o sujeito é, por natureza, supersticioso, e por isso, tem medo de sextas-feiras 13. Ridículo. E põe RIDÍCULO nisso.

Felizes os computadores

Felizes são os computadores.

Porque são vários os programas que deletam arquivos inúteis.

Porque são vários os programas que avisam quando um arquivo não é utilizado muito tempo.

Porque são vários os programas que informam quando um arquivo não faz bem pra ele, e geralmente o apagam.

Porque é fácil deletar.

E criar um arquivo novo.

Porque é fácil ouvir a música que se quer, a qualquer momento, e não é necessário que uma imagem venha com ela.

E se vier, dá para esconder a imagem.

Felizes os computadores.

Cujos donos sabem usá-los.

E não os abandonam, como se fossem lixo.

Sejam eles bonitos, úteis, ou uma porcaria velha, feia e toda empoeirada.

Felizes os computadores.

Que mesmo recebendo esse tipo de coisa, não sentem-se mal.

Por qualquer que seja o mal.

Felizes os computadores.

Fim.

É só mais um desabafo, é só mais um trecho de alguém que tem raiva de alguma coisa

Quem nunca parou e pensou "Que merda, devia ter ouvido aquele que disse que o cara lá era um tongão"?

Hoje, e devido a alguns outros excertos dos últimos dias, estou tendo uma vontade imensa de socar alguém, ou alguéns, contra uma parede, não para machucar, apenas para não poderem falar.

Vozes que não ecoam de tão ruins que são, mas que, quando percebidas pelos meus canais auditivos, incomodam, não pela voz em si, mas pela mensagem que trazem.

Sempre fui um cara irritado. Com muita coisa. Não com tudo, mas com muita coisa. Gente que irrita, gente que provoca, gente que faz coisas estúpidas e que acha isso certo. Gente que gosta de estar sempre como 'o chefe' de tudo. Gente que julga-se capaz de comandar e mandar em tudo.

E por ter esse jeito irritado com o mundo em si, há algum tempo não me preocupava mais com pessoas. Porque não adianta, não existe motivo maior para irritação do que pessoas. Não por elas serem diferentes. Mas sim por serem iguais à maioria. Isso incomoda. Gente que acha que sempre tem a última palavra, que acha que tudo o que faz está certo.

Arrogância?

Não, pessoas arrogantes não são assim. Acham tudo de si e nada dos outros. Não tentam aproximar outras pessoas para então se mostrarem arrogantes. Elas refutam qualquer tipo de conselho ou ajuda por julgarem os outros incapazes de estarem ao seu lado.

Que legal é escrever um texto com raiva. Raiva de querer simplesmente socar alguém até esse parar de falar. Já que só matando poderemos parar de pensar. Ou em algumas outras exceções.

Mas as exceções não vem ao caso.

Ah... pego o trecho da música do Catedral que o Maurício colocou alguns posts abaixo, para terminar esse trecho raivoso.

"Ando tão triste, tão desapontado...''

Chega.

O tempo e o homem em palavras, ou frases, ou nada disso

Dias que virão. Amanhãs que serão ontens em questão de horas.

Vai's seguidos de foi's.

E tudo passa.

Sim, até a uva pode passar.

Mas no caso, o ser humano é o maior passageiro.

Do mundo.

Da vida.

Do hoje.

Do amanhã.

Porque tudo virará ontem.

E nada voltará.

E não há tecnologia que consiga faze essa lógica.

Essa vida.

Essa existência.

Esse tempo.

Mudar.

Nada.

Nem o mais passageiro dos seres.

O próprio homem.

O maldito.

O incapaz.

E o pior de tudo, o arrogante.

Oasis - Go let It Out