O cúmulo da burrice

O cúmulo da burrice é essas gurias, adolescentes ou mulheres tirarem 40 fotos iguais, com a mesma roupa, com o mesmo sorriso, com o mesmo jeito, com a mesma cara. Uma atrás da outra. Colocar no orkut com o título "sou eu". E na legenda da fotos, algo como "euzinha", "sou eu", "so eu", "100% eu", "eu de nv"...

E o pior é que mulheres fazem isso, não é só guriazinha virgem de 13 anos.

E então recebem comentários do tipo: "gostosa", "gatinha", "que linda", "eu pegava", "te achei mó gata" e acham isso grande coisa! E acham isso o máximo, e acham que são as gostosas e que todo mundo acha elas lindas, sendo que quem comentou as fotos são caras que falam isso pra todas, vidas lokas, vileiros e coisa pior que isso.

Ai o sujeito fala que mulher é burra e feministas ficam brabas. Mas o que dizer sobre isso?

Mulheres carentes e desesperadas, que acabam gostando de ouvir "gostosa" a "que linda nessa foto". Que acham o máximo dar pra todos e ficar com todo mundo, pra se sentir bem. Quanta carência. Ai pegam aids e acham ruim. Ficam grávidas e assassinam o próprio filho.

Porque mulher não se valoriza? Ficar bonita ou sensual, não precisa ser com pouca roupa, tirar foto de cima para os peitos ficarem maiores(com a maioria nem adianta, além de serem feios, os peitos são pequenos). Tenha personalidade, não só na hora de tirar fotos.

O que se pode falar com uma mulher assim? O que uma mulher assim pode oferecer?

Reflitam, mulheres.

2 comentários:

Taw disse...

Muito bom. é verdade...

Talvez seja necessário criar novos padrões para valorização do ego humano. Hum...

Não há nada mais fácil de identificar do que uma mulher carente, bem como seu tipo de carência... bem como o que elas querem ouvir para te presentear... hauahauahhu

impressionante, o desespero das mulheres da cultura sintética.

Arthur Tavares disse...

http://silviokoerich.blogspot.com/

Desculpe fazer propaganda de outro blog no teu...
Mas são dois blogs que eu sigo e gosto muito (o tosco e o perdedor...)

Mulherada, hoje em dia, é foda. Não valorizam mais o homem de bem.

Sem mais.