Histórias do ViNícULa - o dia que não terminou(até terminar)

Ele era Marcelinho(não o do pão e vinho). Menino de 22 anos de idade. Homem de corpo, criança de mente. Criança em todo o resto.

Acordou e decidiu que aquele dia seria diferente. Saiu de casa e começou a vender limonada. Precisava de dinheiro para pagar a conta de água. Então começou a vender limonada lá pelas 9 da manhã. Uma hora depois, já havia vendido todos os copos possíveis. Voltou para casa e foi fazer mais.

Mas fez de um jeito diferente, achou que ninguém ia gostar mas, para sua surpresa, gostaram mais do que da primeira. As pessoas não iam buscar de hora em hora uma nova limonada, mas todas as vezes em que ele precisou voltar para casa para buscar mais limonada, fez outra de um jeito diferente e, mesmo não achando, recebia cada vez elogios melhores. Sinceros ou não, as pessoas avisavam conhecidos para também irem comprar a limonada do Marcelino.

De um jeito que ninguém descobriu, já eram 6 horas da tarde e o sol não havia começado a se pôr. Parecia que ele queria ajudar Marcelino a vender mais e mais limonada. Esse, agradecendo a ajuda da natureza, continuou fazendo limonada.

Horas se passaram, dias se passaram, mas o Sol continuava lá. Intacto. Calorão dos infernos. Tecnicamente, o dia, aquele dia, não havia acabado. Ninguém havia percebido, mas os relógios pararam justamente às 18 horas, ou seja, 6 da tarde. As pessoas seguiram suas rotinas, mas não sabiam como o Sol continuava intacto, no mesmo lugar.

E Marcelino parou de vender limonadas porque já havia conseguido o dinheiro, não só para pagar a conta de água, mas também a de luz e todas as outras.

Então, após voltar para casa, o Sol se pôs. Os relógios voltaram a funcionar. A noite voltou a aparecer. Os dias seguiram-se. A vida na Terra voltara ao normal.

Isso é claro, é uma história tosca de primeiro de Abril. Uma história do ViNícULa. Assim como a piada sobre o fim desse blog, o fim do Tosco por ser tosco.

Esperava uma manifestação diferente dos membros. Uma manifestação mais agressiva contra o fim, mas não percebi nada disso.

O Tosco não se encerra neste, que é o 500° post. Se encerrará um dia, mas não hoje.

Não porque ainda temos algo para mostrar. Não por termos ainda algo a escrever. Algo a tentar fazer. O Tosco não acaba aqui porque eu não quero. Presidente não manda? Então. Se os membros quiserem, acatem. Se não, não acatem, pronto. Continua aqui quem quiser. Mas o Tosco continua, sem eu, sem o Maurício ou a Grazi. Continua. Porque como o dia do Marcelino só teve fim quando esse quis, o Tosco só vai ter fim quando ele quiser ter um fim.

Eu consegui fazer o primeiro de Abril mais falso, fajuto e longo da história da internet brasileira.

Foi divertido. Hahahaha..

Desconsiderem as despedidas abaixo, duvido que eles não voltem à postar... hahahahahahaha

5 comentários:

ViNícULa disse...

sacaniei todos... hahahahahahahahahahahahahahahaha

ViNícULa disse...

mas vejam bem
eu falei pro Maurício
foi por um bom motivo

Maurício disse...

é, agora vamo que vamo

Graziela disse...

estou sem palavras
mas vamo continuar então!

Guilherme disse...

Bom...Meu nome não tava ali no meio, mas como eu sou novo no blog eu compreendo. E também não ajudei muito até agora, verdade. Mas se vai continuar, que bom....Pelo menos eu ainda vou ter um lugar pra escrever quando tiver uma história tosca na cabeça =)