Cumprimentar porquê?

*escrito em 5 de março de 2007

Hoje, uma colega minha apareceu para se despedir.
Logicamente, muita gente triste, muito choro e coisas típicas de despedida, com abraços, relembração(provavelmente essa palavra não existe) de momentos legais(no caso, não pra mim).
Mas eu não tava nem aí.
Despedidas são normais sim.
Choros são normais em despedidas. Abraços também.
Mas eu não fiz nada disso.
Nem abracei a figura.
O motivo: nem eu me importava com ela, nem ela se importava comigo. Era uma relação em que um não suportava o outro, por motivos que não vem ao caso agora.
Aliás, não chegava a ser uma relação.
Tentei ser amigo dela, mas quando percebi que ela queria distância(por motivos desconhecidos por mim), me afastei, e há algum tempo não falava com ela.
Portanto, se ela não gostava de mim, e eu o mesmo dela, por quê eu iria me despedir?
Não vejo motivos.
Ela tem as amigas dela, que se despeça delas.
Eu tô fora desse tipo de falsidade.
Não sou falso.
Por isso também não me despedi.
Fazer o quê?
Eu ia chegar lá, dar-lhe um abraço, e dizer: vou sentir a sua falta.
Não.
Não sou falso pra me fazer de querido.
E também, se ela quisesse uma relação, no mínimo de coleguismo, ela que viesse falar comigo.
Eu tentei, não deu, ela não quis ser minha amiga.
Azar.


O dela.

Um comentário:

Vigilante Manfio, mais atrapalhado que Cusco em procissão disse...

depois eu sou o tonto
cade teu nome nos marcadores?
hahahahahahahaha
capaz
tua colega que vai cagar no mato